Um espaço para ler, pensar, debater, escrever, defender causas, fazer perguntas e para partilhar ideias, textos, imagens e músicas.
domingo, 17 de outubro de 2010
O que o André mudava
A minha aldeia é uma das aldeias mais desenvolvidas do concelho de Torres Vedras, devido a proximidade com a cidade.
Porem é uma aldeia constituída por população envelhecida.
Se eu tivesse a possibilidade de a mudar, construiria um espaço dinâmico para as diferentes classes sociais e para todas as idades.
Ajudava no desenvolvimento e crescimento da minha aldeia, para conseguir atrair mais população jovem, turismo e comércio.
26 de Setembro de 2010 13:29
André Brito
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Hipocrisia
As pequenas mentiras, simulações e devoções fingidas nascem da desvontade de enfrentar situações desagradáveis. Todos estes actos, para nós, seres sociáveis, são inaceitáveis.
Mas não seremos nós hipócritas, exigindo honestidade dos outros - colegas, amigos, familiares e conhecidos - quando, na verdade, nós mesmos não somos verdadeiros na intimidade da nossa alma.
Se pudesse, mudava muita coisa, mas começava pelas pessoas.
Ana Catarina Valentim, 10º
Lê o poema de Fernando Pessoa sobre "escutar o coração"; na mesma página, por ordem alfabética, estão arquivados muitos outros poemas deste poeta.
Boas leituras!
Na terra onde vivemos
Na terra onde vivemos, vemos sempre coisas más. Pelo mundo inteiro há pobreza, racismo, venda de drogas, violação e muitas coisas que não deviam existir - Eu mudaria isso, definitivamente.
Temos todos que viver, uma "vida que é vivida e a outra que é pensada". É a única vida que temos e é dividida entre o bem e o mal.
Qual é boa ou má - ninguém nos saberá explicar.
E "vivemos da maneira que a vida que a gente tem, é a que tem que pensar"...
Lyubomyra Vaslavska 10ºA
22 de Setembro de 2010 14:35
A Lyubomyra fez uma adaptação do poema de Fernando Pessoa, que aqui vos deixo.
Tenho tanto sentimento
Que é frequente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Qual porém é verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.
***Fernando Pessoa***
Nota: Quando usamos palavras retiradas de algum autor, temos sempre que fazer essa referência.
Na minha terra
Na minha terra, há várias coisas que eu mudava, por exemplo: os transportes públicos que lá passam.
Nós, se queremos ir para Torres Vedras, ou vamos de manhã cedo ou a meio da tarde. Só quando é tempo de aulas existem mais autocarros de manhã e à tarde.
Na minha terra, também há poucos sítios onde os jovens se podem divertir: só há um café que normalmente é frequentado por pessoas mais velhas. Devia haver um local onde os jovens se pudessem reunir para conviver.
Cláudia Estêvão 10º A
21 de Setembro de 2010 20:19
Algo que mudaria
Como podemos ver todos os dias, à nossa volta, muitas pessoas são discriminadas, pelo mais fúteis motivos, desde o facto de não terem certa roupa até à sua aparência geral, seja pelo estilo como se apresentam ou pela maneira de ser.
A discriminação é apenas um dos pontos “por limar” da nossa sociedade, e seria uma coisa que eu mudaria, com toda a certeza.
João Desidério
20 de Setembro de 2010 13:36
Opinião

Se fosse eu a mandar…
Se fosse eu a mandar, punha os meus trabalhadores a limparem a praia da Foz do Sizandro porque de Inverno, mais do que no verão, há muito lixo não só à beira do rio, como também na beira do mar e dentro dele. Limpava principalmente essa praia, porque quando estou a surfar, por vezes estou a arredar copos de iogurte, plásticos, tampas de latas, e isso por vezes tornasse muito cómodo quando nos estamos a tentar divertir, neste caso praticando o BodyBoard.
Mário Carvalho
Imagem em: paginas-e-momentos-soltos.blogspot.com
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Inteligência artificial
Ele não era um verdadeiro humano...mas amava como se fosse.
Metroplis - a desumanização - http://www.youtube.com/watch?v=4x_37i79QGg&feature=related
sábado, 11 de setembro de 2010
Bem vindo ao 10º Ano
Para começar, cada grupo carrega em "Comentários" e escreve o texto que retrata o problema e a potencialidade que observou e sobre os quais reflectiu.
Para já, vê o vídeo e regista no caderno outros exemplos semelhantes, e a respectiva regra.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Nascimento
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Diário de Viagem (Filipe)
O meu dia começou às 6:10.
Hoje é dia 5 de Maio e tenho intermédio de matemática. Sinto-me preparado para o fazer mas há sempre um “bichinho na barriga”.
07:00h – Saí de casa e vou a caminho da estação. Parece-me que hoje vai estar um dia agradável.
Questiono-me, durante todo o ano, por que razão tenho de apanhar o comboio a esta hora? Bem sei que os meus pais não têm possibilidade de me levar todos os dias à escola, mas o problema também não é deles, muito menos meu.
A falta de condições e de acessibilidade horária dos comboios portugueses da zona oeste, à qual pertenço, fez com que hoje, depois das 12:00h (hora a que acaba o teste intermédio de matemática do décimo ano), me juntasse com outras pessoas e lutassemos pela melhoria das linhas do oeste.
12:16h – Finalmente , cheguei à estação de Torres Vedras e logo apontei as horas. Nem acredito que vou passar o dia a escrever e a olhar para o relógio. Até pode ser bastante recreativo.
(...)
12:31h – Entregaram-nos um poster e um calendário relacionados com a campanha “PARE ESCUTE OLHE” – tem como objectivo central a sensibilização da sociedade para a problemática da sinistralidade nas passagens de nível, o envolvimento de outras entidades e a consciencialização dos utilizadores destes atravessamentos para a importância do cumprimento escrupuloso das regras de segurança.
12:32h – Como se não bastasse, no minuto seguinte, ainda me oferecem dois livros:
• RINEHART, Mary Roberts. A Cicatriz Reveladora. Lisboa: Edição “Livros do Brasil”.
• CHAMOISEAU, Patrick. Texaco. Lisboa: ASA Edições, 1ª edição: Maio 2000.
(...)
A diversão, as visitas acabaram. Em direcção à estação, novamente, os sorrisos do início do dia passam a caras sujas de cansaço, sujas do desespero de chagar a casa.
Hoje em dia os autocarros e os carros próprios ultrapassaram o comboio. As estações, os comboios os apeadeiros estão vazios. Mas de quem será a culpa?
O transporte ferroviário é, sem dúvida, aquele cuja pegada de carbono é menor, devendo ser olhado como um excelente meio de transporte de passageiros ou de mercadorias, sejas nas linhas urbanas, suburbana ou de longo curso, o comboio apresenta-se cada vez mais como uma solução eficaz para ligar não só os vários pontos da cidade mas também as cidades.
Os comboios têm vantagem sobre os carros na medida em que podem transportar passageiros a velocidades muito superiores, evitando congestionamentos. Em viagens que liguem os centros de duas cidades, os comboios podem ser três vezes mais rápidos que um carro. Em geral, quanto maior a viagem, maior a vantagem do comboio.
Volto a questionar-me. Com vantagens tão explícitas e benéficas será possível que, não só as linhas do oeste mas, todas as linhas ferroviárias não tenham o apoio que hoje, nós jovens torrienses hoje tentámos demonstrar?
Excerto
«Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro. O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos. Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros. Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava 600 quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora. Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho 12 estantes e três hérnias.»
Crítica/Comentário
Na minha opinião o livro da autoria de Ricardo Araújo Pereira intitulado por “Boca do Inferno” é muito interessante, pois através do seu lado humorista, o autor expõe diversos assuntos actuais, com os quais nos deparamos nas redes sociais.
Gostei muito de ler esta obra, pois permiti-nos rir um pouco, com assuntos que interpretados de outra forma não tinham tanto interesse para o público-alvo.
Ricardo Araújo Pereira aborda todos estes temas de uma forma natural, mas particularmente cómica.
Pessoalmente, gostei muito da crónica do ikea, pois retrata uma situação que acontece, ou seja é realista, mas de uma forma espontânea e associada ao riso, permitindo que o público encare a realidade de uma forma mais suave.
Conselho:
Não percam esta obra, pois estamos a falar de um livro excelente, recente e que nesta altura já é bem procurado.
Creio que todas as pessoas fiquem fãs, pois o autor através da sua forma de escrever, do modo como trata os problemas e expõe os diversos assuntos desperta à atenção de quem lê.
No meu caso, demorei muito pouco tempo a ler a obra na sua totalidade, pois a cada crónica que lia ia crescendo a curiosidade e a vontade de saber mais e mais.
Inês Pereira, 10º B, Junho 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Ilse Losa (1987). Sob Céus Estranhos. Porto: Afrontamento. p.17.
Imagem: Steven Kenny (2008). The Accessory.
Reproduzido do blogue «Bicho-carpinteiro»
terça-feira, 25 de maio de 2010
Comboio de Leituras
segunda-feira, 12 de abril de 2010
O mundo em que vivi, Ilse Losa
sexta-feira, 26 de março de 2010
10º B na Exposição de Pedro Chorão (Galeria)
BEST OF :
Galeria Municipal Paços do Concelho (Piso 1) » Torres Vedras
Escrita(s)
- Metáforas sobre a memória
- Auto-retratos
- Retratos
- Sínteses de Leitura do livro seleccionado.
No caso de alguns alunos, serão ainda contabilizados:
- Correcção do Exercício Escrito
- Reeescrita de textos pessoais e/ou de composições feitas nos testes
EuroEscola - 3º lugar nas Distritais
segunda-feira, 22 de março de 2010
Retrato II
O José possui uma face alongada, com um queixo cavado. Tem a pele clara, que dá a sensação de ser como a de um bebé. Qunato ao feitio, é uma pessoa extrovertida, que está sempre a brincar com os outros.Por vezes nem se consegue destinguir se está a falar a sério ou não. O certo é que quando um amigo precisa ele está sempre pronto a ajudar.
Carla Teotónio 10ºB Nº4
Créditos da imagem: tracosetrocos.wordpress.com
Auto-retrato
Mas afinal o que sou eu?
Eu sou tudo e nada!
Uma leve brisa de vento na estrada.
No meu pergaminho
Guardo o meu caminho
E tudo o que lá escrevo
Pedaços de memórias
Fragmentadas, corrompidas
Pela minha mente, pelo tempo
Por tudo em mim,
Até por ti!
Por tudo o que passa, fica e muda.
Pela esponja do tempo
O crescer da idade, a maturidade.
(...)
Sou um sorriso? Uma alegria?
Como uma peste?
Alguém insuportável?
Talvez irresponsável?
Doida? Extrovertida?
Talvez isto tudo
E muito mais,
Ou então um quase nada!
Sou simplesmente,
A escritora do meu caminho
Em constante mudança.
Sei levemente quem sou
Neste preciso momento.
Mas tenho a noção perfeita
Que amanhã já mudei.
Eu sou, afinal,
Aquilo que mais ninguém é,
E nunca poderia ser por mim!
Sou o que (me) escrevo:
presente, passado e o início do futuro!
Tânia Soares 10ºB
Retratos
V.O.G.O.I.D. - Um retrato por Filipe Luna
Imagem em: http://peroladecultura.blogspot.com/2009/02/courbet-pintor-sec-xix-auto-retrato.html
sexta-feira, 19 de março de 2010
Premiados do Linhas de Leitura
2º Classificado – Jessica Rodrigues Gomes - Esc. Sec. com 3º ciclo Henriques Nogueira - 12,50 valores
(In Comunicação da Biblioteca Municipal)
quarta-feira, 17 de março de 2010
Diários - escritos e gráficos
- Ao 10º B - 2ª feira iremos visitar a exposição, nos Paços do Concelho. O DT está avisado.
- Ao 10º A - não consegui arranjar-vos hora. Talvez na última semana, num intervalo grande - aproveitem para lá ir. Ou nas férias. Termina no fim de Março.
Mandem para aqui os vossos textos - retratos e auto-retratos!
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Escritor na 1ª pessoa
(ver vídeo Ilha de Lanzarote)
CRIAÇÃO
20 de Abril
Esta manhã, quando acordei, veio-me a ideia do Ensaio sobre a cegueira, e durante uns minutos tudo me pareceu claro - excepto que do tema possa vir a sair alguma vez um romance, no sentido mais ou menos consensual da palavra e do objecto. Por exemplo: como meter no relato personagens que durem o dilatadíssimo lapso de tempo narrativo de que vou necessitar? Quantos serão precisos para que se encontrem substituídas, por outras, todas as pessoas vivas num momento dado? Um século, digamos que um pouco mais, creio que será bastante. Mas, neste meu Ensaio, todos os videntes terão que ser substituídos, por cegos, e estes, todos, outra vez, por videntes... As pessoas, todas elas, vão começar por nascer cegas, viverão e morreram cegas, a seguir virão outras que serão sãs da vista e assim vão permanecer até a morte. Quanto tempo requer isto? Penso que poderia utilizar, adaptando a esta época, o modelo “clássico” do “conto filosófico”, inserindo nele, para servir as diferentes situações, personagens temporárias, rapidamente substituíveis por outras no caso de não apresentarem consistência suficiente para uma duração maior da história.
21 de Junho
Dificuldade resolvida. Não é preciso que as personagens do Ensaio sobre a Cegueira tenham que ir nascendo cegas, uma após a outra, até substituírem, por completo, as que tem visão: podem cegar em qualquer momento. Desta maneira ficará encurtado o tempo narrativo.
2 de Agosto
Escrevi as primeiras linhas do Ensaio sobre a Cegueira.
15 de Agosto
In CADERNOS DE LANZAROTE
Acedido em 27 de fevereiro de 2010.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Exercício 10ºB - resultados
Aqui vão os resultados (procura nos comentários).
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