quinta-feira, 2 de junho de 2011

Correcção do teste (questionário de escolha múltipla)


Aqui fica a correcção do Grupo I, escolha múltipla

As restantes questões - de resposta aberta ou semi-dirigida - terão de ser corrigidas em aula. Preparem-se em casa.


PORTUGUÊS – 10º ANO DE ESCOLARIDADE

EXERCÍCIO ESCRITO SUMATIVO GLOBAL

O presente exercício escrito, com a duração de 90 minutos, destina-se a avaliar os conhecimentos e as competências dos alunos nos seguintes domínios: interpretação de leitura de texto dos media; análise de texto; análise de texto; gramática – conhecimento explícito da língua - coesão textual; relações semânticas entre palavras; funções sintácticas; recursos expressivos; expressão escrita – texto expositivo.

VERSÃO A

I

1. Leia o texto seguinte, com atenção.

O Twitter não é o Jarbas

Na semana em que o Twitter assinala cinco anos de existência - e, mais coisa menos coisa, três de popularidade absoluta -, recordo que houve um empreendedor português que montou um serviço muito semelhante em Portugal, bem antes de tudo isto. Estávamos em 2003 e o serviço chamava-se "Jarbas". Tinha sido criado por um engenheiro, Mário qualquer coisa (pediu para não revelar o apelido), e o limite era de 160 caracteres. Funcionava basicamente por telemóvel, com a criação de mensagens curtas difundidas para uma rede específica. Mas foi inovação que chegou antes do tempo. Mário não conseguiu arranjar ninguém que investisse na empresa. Achavam que era um disparate criar uma rede com textos de 160 caracteres. Para que serviria isso, perguntavam; bom, talvez a associação de produtores de batata da Golegã que transmitia informações aos agricultores tivesse uma perspectiva diferente. Fast-forward[1] nove anos e o Twitter é um fenómeno mundial que já garantiu um lugar na história. Muito se tem escrito sobre Twitter versus Facebook, mas a questão não passa por aí. O Twitter reflecte mais genuinamente o ponto a que chegámos como sociedade: imediatista, superficial, hipnotizada pelas celebridades, ávida da vida em tempo real.

Desbocada, também; já há poucos territórios insondados e o Twitter é por excelência o das gafes. Também foi a arma da Green Revolution[2] no Irão. E está a ser a voz dos líbios na luta contra Kadhafi. Há quem continue a dizer que é moda, que vai morrer na praia como tantas start-ups[3]. Depois do que vi no último ano, duvido muito que isso suceda.

Ana Rita Guerra, ionline , 22 de Março de 2011


1

5

10

15







1. Seleccione, em cada um dos itens, a única alternativa que permite obter uma

afirmação adequada ao sentido do texto. Escreva, na folha de respostas, o número de

cada item, seguido da letra que identifica a alternativa correcta.

1.1. A autora começa por se referir ao Twitter porque:

A. recorda o 5º aniversário do serviço semelhante criado em Portugal. A. recorda o 5º aniversário do serviço semelhante criado em Portugal.

B. foi inventado por um engenheiro português.

C. foi um serviço montado por um empreendedor português.

D. se assinala o aniversário da sua criação.

1.2. O Jarbas é:

A. o verdadeiro nome do criador do Twitter.

B. uma rede social portuguesa.

C. uma versão mais antiga do Twitter.

D. um operador de serviços móveis.

1.3. O serviço de rede social Twitter foi criado:

A. Em 2009.

B. Em 2003.

C. Em 2008.

D. Em 2006.

1.4. O Jarbas não teve sucesso porque:

A. não foi conseguido o financiamento do projecto.

B. o Twitter já tinha uma “popularidade absoluta”no mercado.

C. os clientes portugueses não estavam preparados para a inovação.

D. a inovação permitia apenas a digitação de 160 caracteres.

1.5. Seleccione o par de adjectivos que melhor definem o Twitter, enquanto espelho da sociedade :

A. repentista e fútil.

B. fútil e genuíno.

C. repentista e profundo.

D. genuíno e banal.


1.6. Em “Mas foi inovação que chegou antes do tempo” (linha 7), o elemento sublinhado introduz uma oração:

A. subordinada substantiva relativa sem antecedente.

B. subordinada adjectiva relativa com antecedente explicativa.

C. subordinada substantiva completiva.

D. subordinada adjectiva relativa com antecedente restritiva.

1.7. Na frase “bom, talvez a associação de produtores de batata da Golegã que transmitia informações aos agricultores tivesse uma perspectiva diferente” (linhas 9-11), o que determina o uso do modo conjuntivo é a utilização do:

A. advérbio “talvez”.

B. advérbio “bom”.

C. pronome “talvez”.

D. adjectivo “bom”.

1.8. Na frase “duvido muito que isto suceda” (linha 19), a função sintáctica da oração sublinhada é:

A. sujeito.

B. predicativo do sujeito.

C. predicativo do complemento directo.

D.complemento directo.


VERSÃO B

I

VERSÃO B

1. Seleccione, em cada um dos itens, a única alternativa que permite obter uma

afirmação adequada ao sentido do texto. Escreva, na folha de respostas, o número

de cada item, seguido da letra que identifica a alternativa correcta.

1.1. O Jarbas é:

A. o verdadeiro nome do criador do Twitter.

B. uma rede social portuguesa.

C. uma versão mais antiga do Twitter.

D. um operador de serviços móveis.

1.2. A autora começa por se referir ao Twitter porque:

A. recorda o 5º aniversário do serviço semelhante criado em Portugal.

B. foi inventado por um engenheiro português.

C. foi um serviço montado por um empreendedor português.

D. se assinala o aniversário da sua criação.

1.3. O Jarbas não teve sucesso porque:

A. não foi conseguido o financiamento do projecto.

B. o Twitter já tinha uma “popularidade absoluta”no mercado.

C. os clientes portugueses não estavam preparados para a inovação.

D. a inovação permitia apenas a digitação de 160 caracteres.

1.4. O serviço de rede social Twitter foi criado:

A. Em 2008.

B. Em 2006.

C. Em 2009.

D. Em 2003.

1.5. Em “Mas foi inovação que chegou antes do tempo” (linha 7), o elemento

sublinhado introduz uma oração:

A. subordinada substantiva relativa sem antecedente.

B. subordinada adjectiva relativa com antecedente explicativa.

C. subordinada adjectiva relativa com antecedente restritiva.

D. subordinada substantiva completiva.

1.6. Seleccione o par de adjectivos que melhor definem o Twitter:

A. repentista e fútil.

B. fútil e genuíno.

C. repentista e profunda.

D. genuíno e banal.

1.7. Na frase “duvido muito que isto suceda” (linha 19), a função sintáctica da oração

sublinhada é:

A. sujeito.

B. predicativo do sujeito.

C. predicativo do complemento directo.

D. complemento directo.

1.8. Na frase “bom, talvez a associação de produtores de batata da Golegã que

transmitia informações aos agricultores tivesse uma perspectiva diferente” (linhas 9-

11), o que determina o uso do modo conjuntivo é a utilização do:

A. pronome “talvez”.

B. adjectivo “bom”.

C. advérbio “bom”.

D. advérbio “talvez”.


sábado, 26 de março de 2011

A voz, o corpo, a presença

Formação de alunos
- falar, ler e dialogar em público -

Dra. Ana Almeida
Jan. e Fev. de 2011
Sala 42

Vale a pena apostar na formação! É bom perceber que podemos fazer melhor!


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Deixis - eu, aqui, agora... (revisões)

Deíctico - «Palavra cuja significação referencial só pode ser definida em função da situação, do contexto, do locutor e do receptor do acto de fala.»

¢Ao contrário dos signos com um conteúdo estável e permanente (casa, mesa, chuva, menino), os deícticos, de cada vez que são actualizados no discurso, referenciam de novo e variavelmente, em função da situação de enunciação, única e irrepetível – eu, aqui, agora.

A rede de referenciação dos deícticos tem como ponto central o sujeito que fala, no momento em que fala. “Eu” é aquele que diz “eu” no momento em que o diz. É esta a coordenada que gera todas as outras:

qTu” é aquele a quem o “eu” se dirige - Deixis Pessoal
qagora” é o momento em que o “eu” fala - DeixisTemporal
qaqui” é o espaço em que o “eu” fala - Deixis Espacial
Asim, por exemplo: ontem”, “hoje”, “amanhã” são formas adverbiais que remetem para um tempo anterior, simultâneo ou posterior ao tempo em que o “eu” fala.

Têm referenciação deíctica:

qartigos, advérbios com valor locativo e temporal,
qalgumas preposições e locuções prepositivas,
qalguns adjectivos (actual, contemporâneo, futuro) - que carecem de explicitação do contexto, de referente; Ex.:
1 de Março é futuro em relação a hoje, 28 de Fevereiro. No dia 2 de Março, será passado.
qalguns nomes (véspera). Idem exemplo anterior.


Para além destas classes de palavras mais frequentes, falamos de deixis textual relativamente às expressões que demarcam e organizam o tempo e o espaço do próprio texto, por retoma do que foi dito(anáfora) ou antecipação do que irá ser dito (catáfora). Exemplos:
¢a tese antes exposta,
¢o texto acima referido,
¢como ficou dito no capítulo anterior,
¢como se demonstrou acima,
¢veremos seguidamente.

********************************
Fonte da informação: Ministério da Educação, REVISÃO DA TERMINOLOGIA LINGUÍSTICA PARA OS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ¢Setembro de 2007, disponível em http://www.netprof.pt/pdf/revisao_TLEBS_2007.pdf, consultado em 12 de fevereiro de 2011.
Imagens em:
rr.pt
renatacharlene.blogspot.com


Texto narrativo - correcção do questionário

O VERDADEIRO AMOR
de Isaac Asimov

Correcção do Exercício

1. O narrador é um programa de computador, que se apresenta como produto da criação do programador Milton. Tem conhecimentos vastos e fala melhor que qualquer outro computador.

2. Resposta aberta. Possíveis reacções: surpresa, remissão para o futuro, reflexão sobre as capacidades das máquinas...

3. A acção desenrola-se no futuro, porque o narrador é um robot, que fala e pensa, o qual está ligado a um complexo tecnológico com ligações mundiais.

4. Resposta aberta. O importante são as justificações e a organização lógica da resposta.
Hipóteses: 4.1. Primeiro são instruções claras, factuais e objectivas sobre a mulher ideal, na suposição de que, desse modo, se chegaria a um resultado fiável. Como se verá, tal não acontece. Terão de ser tidas em conta questões de compatibilidade psicológica e simbólica: "em termos pessoais, emocionais e temperamentais", como o robot explica a Milton.

5. O computador, em princípio, não poderá ser mais inteligente do que aquele que o concebe e gera a informação. ....
(O importante na resposta é a justificação. )

6. Metáfora que traduza a ideia dos dois sentidos necessários à "compatibilidade" no amor.

7.1. Para encarregar Joe de poder fazer a escolha por ele.

7.2. O robot - Joe - ao saber tudo sobre o programador, aproxima-se cada vez mais da personalidade de Milton - os seus gostos, princípios, desejos e, também, defeitos. Como tal, acaba por substituir-se a ele, deixando mesmo de ter escrúpulos (como se percebe que Milton também não teria) e, no final, toma para si o amor escolhido e destinado ao programador.

(Há outras hipóteses; resposta semi-aberta)

8. É Joé que explica ao humano o que deve fazer: "Estás a ver, Milton (...)" (l. 108)

9. O robot é levado a não cumprir as regras que protegiam os humanos do domínio das máquinas: Joe infringe a regra que impunha limites às capacidades dos programas de computador, bem como a que impedia a interferência dos computadores na vida dos indivíduos, como mudança de emprego ou encaminhamento para consultas psiquiátricas.

Reflectir sobre o seguinte:
  • o texto situa-se no futuro, embora talvez não muito longínquo, porque já existem robots e uma grande quantidade de dados sobre os indivíduos já estão disponíveis em grande sistemas computorizados. Como perspectivas esta questão?


Gramática

1-f
2-h
3-b
4-e
5-c


Atenção: Há exercícios no caderno de apoio sobre:

Referências deícticas - pg. 49

Relações semânticas - pp. 34, 35

Campo lexical - pp. 36-37

Coesão interfrásica - 62-65.

Há correcções no final. Usem-nas só depois de completarem o trabalho. Se não o fizerem, nunca saberão se são capazes sozinhos, se estão preparados...


domingo, 27 de fevereiro de 2011

Léxico, vocabulário e afins...

Aqui fica a prometida definição, de acordo com a Terminologia:

LÉXICO
¢Conjunto de palavras associadas, pelo seu significado, a um determinado domínio conceptual.

O conjunto de palavras "jogador", "árbitro", "bola", "baliza", "equipa", "estádio" faz parte do campo lexical de "futebol".


FAMÍLIA DE PALAVRAS
¢Conjunto das palavras formadas por derivação ou composição a partir de um radical comum.

“mar", "maré", "marítimo", "marinheiro", "marina" são palavras da mesma família.

¢
CAMPO SEMÂNTICO
¢Conjunto dos significados que uma palavra pode ter nos diferentes contextos em que se encontra.

Campo semântico de "peça": "peça de automóvel", "peça de teatro", "peça de bronze", "és uma boa peça", "uma peça de carne", etc.

¢
¢Léxico
¢Conjunto de todas as palavras ou constituintes morfológicos portadores de significado possíveis numa língua, independentemente da sua actualização em registos específicos.
¢
¢Vocabulário
¢Conjunto exaustivo das palavras que ocorrem num determinado contexto de uso.
¢É possível estudar-se o vocabulário de um escritor, mas não o seu léxico, uma vez que apenas aquele se traduz numa lista de palavras utilizadas de facto.

Imagem:trabalho da Exposição Palavras Cruzadas, Galeria Municipal, Setembro de 2010. Foto: Noémia Santos

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Será que um dia já ninguém será preciso?

O filme A.I. - Inteligência Artificial faz-nos pensar que um dia as máquinas nos vão dominar, ou substituir. Faz-nos pensar no futuro. Ainda ontem estava a ver o noticiário e deu a notícia de que inventaram uma ementa electrónica e de que já existem restaurantes onde servem a comida por via de máquinas e tubos e que dispensaram os empregados.
Até que ponto isto chegará? Será que um dia já ninguém será preciso? O que acontecerá?
Eliana Janeiro, nº12 , 10ºA

Comentários sobre o "trailer" de AI

Nunca vi este filme completo, mas de certo que é excelente. Só de ver o trailer precebi que iria gostar dele já que gosto deste tipo de filmes, ainda mais porque nos deve tocar no coração como seres humanos. Pelo que pude constatar este filme é muito sentimental quer porque nos dá a ideia de algum dia podermos ser substituídos por outros seres robóticos ou extraterrestres, quer porque nos revela que - talvez no futuro - até mesmo eles podem ter sentimentos tal como nós e que até mesmo eles podem ser amados por nós.

Espero poder ver este filme porque pequena parte dele me deixou ansioso.

João Rodrigues; N17, 10A . 14 de Fevereiro de 2011

Programado para amar


INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - AI

Este é um filme que conta uma história de um robot que tem emoções e que é adoptado por um casal cujo o único filho é portador de uma doença muito grave. Este robot, que se chama David, foi criado com uma inteligência artificial e programado para amar. O filho biológico do casal, no desenrolar da história, é curado e o casal acaba por rejeitar David. David acaba por ficar acompanhado apenas pelo seu amigo peluche que também inteligência artificial.

Eu gostei muito deste filme porque relata muito bem uma das possibilidades de como vai ser o nosso futuro, que vai ser quase todo dominado por máquinas, com inteligência artificial, e serão usadas para satisfazer todos os nossos desejos.

João Louro Correia nº16 10ºA. 13 de Fevereiro de 2011 21:19

Não sabia o nome deste filme, mas quando vi o trailer deu para o recordar de que o tinha visto em pequeno.

Não me lembro do filme, senão de algumas partes como ele estar preso numa jaula com mais robôs e estes serem todos derretidos, se não me engano, para animação social; lembro-me também de que ele tinha tentado afogar o irmão na piscina e que gostava muito da sua mãe e que os robôs eram perseguidos por homens que andavam de mota…
No final, e para minha estranheza, aparecem ET´s que lhe concedem um desejo que ele converte em viver feliz com a mãe.

Estas são pequenas cenas de que me lembro pois este filme, talvez derivado a minha idade na altura, chocou-me e mexeu sempre comigo e com alguns dos meus pensamentos.

Os robôs vem a ganhar mais inteligência que nós? Temo que sim, e poderão ser utilizados para múltiplos fins, bons e maus.

Se os robôs dominarem a terra será o fim? Esta é uma grande questão na minha ideia, pois poderão tentar dominar a terra (mas com que fim?,) ou serão capazes de nos ajudar a superar muitas dificuldades em descobertas que até hoje são impossíveis como entrar nos mares mais fundos, desertos mais quentes ou descobrir o interior do nosso planeta ou
de outros.

Se nunca viu este filme, então veja pois faz-nos pensar…


André Brito 10º A Nº5

13 de Fevereiro de 2011 19:47


N.S. 2010

AI - Inteligência Artificial de Steven Spielberg leva-nos até ao futuro, um fascinante mundo da tecnologia e aventura que vai muito além da imaginação humana. Uma criança robot capaz de demonstrar os seus sentimentos é fantástico a nível científico.

Todos sabemos que a nossa capacidade vai ser científica, num mundo de tecnologia, mas saber que podemos mostrar os nossos sentimentos através de uma máquina talvez não se torne tão fácil de aceitar que essa realidade que há-de chegar.

Como nunca tinha visto o filme e pelo que vi no excerto parece-me ser interessante do ponto de vista de imaginar o nosso futuro e o que nos poderá esperar.

Aluna: Rita Vicente. Ano/Turma: 10ºA

Filme: A.I

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Guerra das Estrelas - Episódio IV (1977)



Guerra Nas Estrelas - Episódio IV (Uma Nova Esperança)
Título Original: Star Wars - Episode IV: A New Hope
Género: Ficção Científica
Origem/Ano: EUA/1977
Realizador: George Lucas


2001 Odisseia no Espaço

Este é o «pai» de todos os filmes modernos de ficção científica associados ao espaço/ao universo

2001: Odisseia no Espaço é um filme americano de ficção científica, realizado em 1968 pelo cineasta Stanley Kubrick.
O argumento foi escrito em parceria com o escritor Arthur C. Clarke.




Uma das personagens principais do filme é o computador inteligente HAL 9000, uma das máquinas mais famosas da história do cinema




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domingo, 16 de janeiro de 2011


2001 - Odisseia no Espaço

O excerto do filme mostra-nos um homem que dependeu tanto da tecnologia, que quase acaba sendo substituído e destruído por esta.

Este filme está muito bem concebido, porque nos alerta para as consequências que podem advir da evolução tecnológica, ou seja, que nem tudo é bom no desenvolvimento da tecnologia.

Ana Valentim 10.ºA nº3

15 de Fevereiro de 2011 19:56


Imagem: escultura de Joana Vasconcelos, de Noémia Santos