segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Texto narrativo - correcção do questionário

O VERDADEIRO AMOR
de Isaac Asimov

Correcção do Exercício

1. O narrador é um programa de computador, que se apresenta como produto da criação do programador Milton. Tem conhecimentos vastos e fala melhor que qualquer outro computador.

2. Resposta aberta. Possíveis reacções: surpresa, remissão para o futuro, reflexão sobre as capacidades das máquinas...

3. A acção desenrola-se no futuro, porque o narrador é um robot, que fala e pensa, o qual está ligado a um complexo tecnológico com ligações mundiais.

4. Resposta aberta. O importante são as justificações e a organização lógica da resposta.
Hipóteses: 4.1. Primeiro são instruções claras, factuais e objectivas sobre a mulher ideal, na suposição de que, desse modo, se chegaria a um resultado fiável. Como se verá, tal não acontece. Terão de ser tidas em conta questões de compatibilidade psicológica e simbólica: "em termos pessoais, emocionais e temperamentais", como o robot explica a Milton.

5. O computador, em princípio, não poderá ser mais inteligente do que aquele que o concebe e gera a informação. ....
(O importante na resposta é a justificação. )

6. Metáfora que traduza a ideia dos dois sentidos necessários à "compatibilidade" no amor.

7.1. Para encarregar Joe de poder fazer a escolha por ele.

7.2. O robot - Joe - ao saber tudo sobre o programador, aproxima-se cada vez mais da personalidade de Milton - os seus gostos, princípios, desejos e, também, defeitos. Como tal, acaba por substituir-se a ele, deixando mesmo de ter escrúpulos (como se percebe que Milton também não teria) e, no final, toma para si o amor escolhido e destinado ao programador.

(Há outras hipóteses; resposta semi-aberta)

8. É Joé que explica ao humano o que deve fazer: "Estás a ver, Milton (...)" (l. 108)

9. O robot é levado a não cumprir as regras que protegiam os humanos do domínio das máquinas: Joe infringe a regra que impunha limites às capacidades dos programas de computador, bem como a que impedia a interferência dos computadores na vida dos indivíduos, como mudança de emprego ou encaminhamento para consultas psiquiátricas.

Reflectir sobre o seguinte:
  • o texto situa-se no futuro, embora talvez não muito longínquo, porque já existem robots e uma grande quantidade de dados sobre os indivíduos já estão disponíveis em grande sistemas computorizados. Como perspectivas esta questão?


Gramática

1-f
2-h
3-b
4-e
5-c


Atenção: Há exercícios no caderno de apoio sobre:

Referências deícticas - pg. 49

Relações semânticas - pp. 34, 35

Campo lexical - pp. 36-37

Coesão interfrásica - 62-65.

Há correcções no final. Usem-nas só depois de completarem o trabalho. Se não o fizerem, nunca saberão se são capazes sozinhos, se estão preparados...


domingo, 27 de fevereiro de 2011

Léxico, vocabulário e afins...

Aqui fica a prometida definição, de acordo com a Terminologia:

LÉXICO
¢Conjunto de palavras associadas, pelo seu significado, a um determinado domínio conceptual.

O conjunto de palavras "jogador", "árbitro", "bola", "baliza", "equipa", "estádio" faz parte do campo lexical de "futebol".


FAMÍLIA DE PALAVRAS
¢Conjunto das palavras formadas por derivação ou composição a partir de um radical comum.

“mar", "maré", "marítimo", "marinheiro", "marina" são palavras da mesma família.

¢
CAMPO SEMÂNTICO
¢Conjunto dos significados que uma palavra pode ter nos diferentes contextos em que se encontra.

Campo semântico de "peça": "peça de automóvel", "peça de teatro", "peça de bronze", "és uma boa peça", "uma peça de carne", etc.

¢
¢Léxico
¢Conjunto de todas as palavras ou constituintes morfológicos portadores de significado possíveis numa língua, independentemente da sua actualização em registos específicos.
¢
¢Vocabulário
¢Conjunto exaustivo das palavras que ocorrem num determinado contexto de uso.
¢É possível estudar-se o vocabulário de um escritor, mas não o seu léxico, uma vez que apenas aquele se traduz numa lista de palavras utilizadas de facto.

Imagem:trabalho da Exposição Palavras Cruzadas, Galeria Municipal, Setembro de 2010. Foto: Noémia Santos

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Será que um dia já ninguém será preciso?

O filme A.I. - Inteligência Artificial faz-nos pensar que um dia as máquinas nos vão dominar, ou substituir. Faz-nos pensar no futuro. Ainda ontem estava a ver o noticiário e deu a notícia de que inventaram uma ementa electrónica e de que já existem restaurantes onde servem a comida por via de máquinas e tubos e que dispensaram os empregados.
Até que ponto isto chegará? Será que um dia já ninguém será preciso? O que acontecerá?
Eliana Janeiro, nº12 , 10ºA

Comentários sobre o "trailer" de AI

Nunca vi este filme completo, mas de certo que é excelente. Só de ver o trailer precebi que iria gostar dele já que gosto deste tipo de filmes, ainda mais porque nos deve tocar no coração como seres humanos. Pelo que pude constatar este filme é muito sentimental quer porque nos dá a ideia de algum dia podermos ser substituídos por outros seres robóticos ou extraterrestres, quer porque nos revela que - talvez no futuro - até mesmo eles podem ter sentimentos tal como nós e que até mesmo eles podem ser amados por nós.

Espero poder ver este filme porque pequena parte dele me deixou ansioso.

João Rodrigues; N17, 10A . 14 de Fevereiro de 2011

Programado para amar


INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - AI

Este é um filme que conta uma história de um robot que tem emoções e que é adoptado por um casal cujo o único filho é portador de uma doença muito grave. Este robot, que se chama David, foi criado com uma inteligência artificial e programado para amar. O filho biológico do casal, no desenrolar da história, é curado e o casal acaba por rejeitar David. David acaba por ficar acompanhado apenas pelo seu amigo peluche que também inteligência artificial.

Eu gostei muito deste filme porque relata muito bem uma das possibilidades de como vai ser o nosso futuro, que vai ser quase todo dominado por máquinas, com inteligência artificial, e serão usadas para satisfazer todos os nossos desejos.

João Louro Correia nº16 10ºA. 13 de Fevereiro de 2011 21:19

Não sabia o nome deste filme, mas quando vi o trailer deu para o recordar de que o tinha visto em pequeno.

Não me lembro do filme, senão de algumas partes como ele estar preso numa jaula com mais robôs e estes serem todos derretidos, se não me engano, para animação social; lembro-me também de que ele tinha tentado afogar o irmão na piscina e que gostava muito da sua mãe e que os robôs eram perseguidos por homens que andavam de mota…
No final, e para minha estranheza, aparecem ET´s que lhe concedem um desejo que ele converte em viver feliz com a mãe.

Estas são pequenas cenas de que me lembro pois este filme, talvez derivado a minha idade na altura, chocou-me e mexeu sempre comigo e com alguns dos meus pensamentos.

Os robôs vem a ganhar mais inteligência que nós? Temo que sim, e poderão ser utilizados para múltiplos fins, bons e maus.

Se os robôs dominarem a terra será o fim? Esta é uma grande questão na minha ideia, pois poderão tentar dominar a terra (mas com que fim?,) ou serão capazes de nos ajudar a superar muitas dificuldades em descobertas que até hoje são impossíveis como entrar nos mares mais fundos, desertos mais quentes ou descobrir o interior do nosso planeta ou
de outros.

Se nunca viu este filme, então veja pois faz-nos pensar…


André Brito 10º A Nº5

13 de Fevereiro de 2011 19:47


N.S. 2010

AI - Inteligência Artificial de Steven Spielberg leva-nos até ao futuro, um fascinante mundo da tecnologia e aventura que vai muito além da imaginação humana. Uma criança robot capaz de demonstrar os seus sentimentos é fantástico a nível científico.

Todos sabemos que a nossa capacidade vai ser científica, num mundo de tecnologia, mas saber que podemos mostrar os nossos sentimentos através de uma máquina talvez não se torne tão fácil de aceitar que essa realidade que há-de chegar.

Como nunca tinha visto o filme e pelo que vi no excerto parece-me ser interessante do ponto de vista de imaginar o nosso futuro e o que nos poderá esperar.

Aluna: Rita Vicente. Ano/Turma: 10ºA

Filme: A.I

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Guerra das Estrelas - Episódio IV (1977)



Guerra Nas Estrelas - Episódio IV (Uma Nova Esperança)
Título Original: Star Wars - Episode IV: A New Hope
Género: Ficção Científica
Origem/Ano: EUA/1977
Realizador: George Lucas


2001 Odisseia no Espaço

Este é o «pai» de todos os filmes modernos de ficção científica associados ao espaço/ao universo

2001: Odisseia no Espaço é um filme americano de ficção científica, realizado em 1968 pelo cineasta Stanley Kubrick.
O argumento foi escrito em parceria com o escritor Arthur C. Clarke.




Uma das personagens principais do filme é o computador inteligente HAL 9000, uma das máquinas mais famosas da história do cinema




*****************

domingo, 16 de janeiro de 2011


2001 - Odisseia no Espaço

O excerto do filme mostra-nos um homem que dependeu tanto da tecnologia, que quase acaba sendo substituído e destruído por esta.

Este filme está muito bem concebido, porque nos alerta para as consequências que podem advir da evolução tecnológica, ou seja, que nem tudo é bom no desenvolvimento da tecnologia.

Ana Valentim 10.ºA nº3

15 de Fevereiro de 2011 19:56


Imagem: escultura de Joana Vasconcelos, de Noémia Santos



segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Actores muito especiais...

Síntese das apresentações

Contrato de leitura

Trabalho nº1

Nome → Ana Catarina

Tema → “Os homens que odeiam as mulheres” de Stieg Larson

Conclusão : O trabalho realizado pela Ana Catarina fala do livro que ela escolheu para realizar o seu contrato de leitura - “Os homens que odeiam as mulheres”, um livro sobre uma rapariga chamada Lisbeth Salander, que é uma hacker informática cujo prazer é procurar informações valiosas sobre as vidas das pessoas no mundo informático.

O seu autor é Stieg Larson, autor que faleceu logo após a entregar os originais da trilogia Millenium à editora.

Grupo de Trabalho nº2

Nomes → João Rodrigues, Inês Varela, Maria Beatriz, Cláudia Ramos e Rodrigo Augusto.

Tema → “As Intermitências da Morte” de José Saramago

Conclusão: O trabalho realizado por este grupo aborda o livro “As intermitências da morte”, sobre o dia em que a “Morte” resolve deixar de fazer o seu trabalho , que é matar pessoas; então, a partir desse dia, ninguém morria, por mais doentes que estivessem ou por mais velhos que se encontrassem.

Grupo de trabalho nº3

Nomes → Rita, Catarina, Jessica, Vânia e Carina.

Tema → “As Intermitências daMmorte” de José Saramago

Conclusão: Este grupo falou em primeiro lugar sobre a vida de José Saramago e acabou o trabalho respondendo a todas as perguntas feitas, falando dos mesmos temas que o grupo anterior tinha referido e acrescentou mais alguns pormenores.

Grupo de trabalho nº4

Nomes → Lyubumira Vaslavska e João Desidério

Tema → Diário de Anne Frank

Conclusão: Este grupo falou do livro “ O diário de Anne Frank”, sobre uma família judaica que tem de fugir dos homens de Hitler para não terem de ir para campos de concentração (o que acabará, no entanto, por acontecer). E durante essa jornada Anne Frank, a autora do livro, conta todos os dias o que ela e sua família passaram, no anexo onde estavam escondidos.


Trabalho Realizado por: João Louro Correia nº 16 10º (com alterações).


***

No blogue do 11º www.deve-e-haver.blogspot.com, acessível a partir do asas-da-fantasia, têm reflexões sobre os vários livros e os trailers dos filmes. Aproveitem!


domingo, 19 de dezembro de 2010


A Internet

Nos dias que decorrem, o uso da internet tem vindo a aumentar, cada vez mais, e veio para ficar devido às facilidades que ela nos dá para aceder às mais variadas informações. Mas, com este meio de pesquisa, de comunicação, entre outras, também podem surgir vários riscos, tais como os abusos do comércio electrónico e a dependência dos jovens.

Quando as pessoas falam num blogue, não há diferenças de definição pois, em princípio, têm todos a mesma intenção – partilhar alguma coisa com os outros, sem olhar a diferenças físicas entre a pessoa que escreve e a que lê, sendo todos iguais. Quando nos referimos ao poder que um cidadão tem baseamo-nos naquilo que somos realmente, na opinião que cada pessoa constrói sozinha, e não naquilo que transmitimos pela imagem física.

Apesar de todas as dependências que o uso da internet pode trazer para as nossas vidas, segundo alguns críticos, somos todos mais companheiros quando escrevemos num blogue ou num site, pois partilhamos informações, ideias e opiniões com um maior número de pessoas, chegando a todos os sítios do país e até mesmo do mundo.


Vânia Filipa (com alterações)


Imagem: Escultura de Joana Vasconcelos, fotografada por N. Santos

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Internet - e então?

Para estarem mais preparados para escrever e falar sobre o tema, fica mais um filme com informação e propostas para pensar.

Socorro! Vamos todos deixar de escrever!


Será?


Para ver, pensar e depois escrever sobre o assunto.

Regista, nos comentários, o que percebeste do filme - 80 a 120 palavras.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Verdadeiro ou falso?

VERSÃO A

2. Identifique as afirmações verdadeiras (V) e falsas (F), escrevendo V ou F junto de cada a uma das alíneas, na folha de respostas.

V

a)

Em “a ciência avança que é uma barbaridade, mas eu, a esta ciência não a quero.”, o elemento sublinhado garante a coesão frásica, por coordenação.

F

b)

No segmento “a esta ciência não a quero”, os elementos sublinhados pertencem à mesma classe gramatical.

V

c)

Em “apagar todas as memórias, boas ou más, felizes ou nefastas” é usada a conjunção coordenativa disjuntiva.

F

d)

Em felizes ou nefastas” as palavras sublinhadas são sinónimos.

F

e)

A frase “A criança que acaba de nascer não tem memória” é simples.

F

f)

A expressão “apraz-me declarar” (l.7) significa «pesa-me declarar».

V

g)

Na expressão “Sou um bicho da terra”, o autor pronuncia-se metaforicamente sobre a sua condição humana.

V

h)

Na expressão “capaz de apagar todas as memórias, boas ou más, felizes ou nefastas” está presente uma enumeração.

F

i)

Em “a julgar por informações recentíssimas”(l.15), o adjectivo está no grau superlativo absoluto analítico.



VERSÃO B

2. Identifique as afirmações verdadeiras (V) e falsas (F), escrevendo V ou F junto de cada a uma das alíneas, na folha de respostas.

V

a)

Em “apagar todas as memórias, boas ou más, felizes ou nefastas”(ll.19-20) é usada a conjunção coordenativa disjuntiva.

V

b)

Em “a ciência avança que é uma barbaridade, mas eu, a esta ciência não a quero.”, o elemento sublinhado garante a coesão frásica, por coordenação.

F

c)

Em felizes ou nefastas” as palavras sublinhadas são sinónimos.


F

d)

A expressão “apraz-me declarar” (l.7) significa «pesa-me declarar».

F

e)

A frase “A criança que acaba de nascer não tem memória” é simples.

F

f)

No segmento “a esta ciência não a quero”, os elementos sublinhados pertencem à mesma classe gramatical.

V

g)

Na expressão “Sou um bicho da terra”, o autor pronuncia-se metaforicamente sobre a sua condição humana.

F

h)

Em “a julgar por informações recentíssimas”(l.15), o adjectivo está no grau superlativo absoluto analítico.

V

i)

Na expressão “capaz de apagar todas as memórias, boas ou más, felizes ou nefastas” está presente uma enumeração.