Ø O texto é concebido de forma a convencer ou a persuadir.
Ø A tese defendida deve ser claramente identificada pelo destinatário.
Ø O texto deve usar um registo adequado à situação, ao destinatário e ao tema.
Ø Os argumentos utilizados devem ser diversificados quanto ao tipo: Universais / Proverbiais / Experiência pessoal/ Históricos / Exemplares / Científicos (consulta texto de apoio, no manual)
Ø O texto argumentativo deve começar por uma introdução, normalmente contida num só parágrafo; segue-se o desenvolvimento, em parágrafos, com os respetivos argumentos e contra-argumentos, seguidos de exemplos; finalmente, uma conclusão, de parágrafo único, que retoma a afirmação inicial provada ou contrariada.
Ø Os vários parágrafos devem estar encadeados uns nos outros pelos articuladores do discurso ou conectores lógicos (Ex: tempo passado-presente, causa-efeito-consequência, hipótese-solução, etc.).
Ø Tem de se escolher previamente, no plano, qual a lógica interna a seguir: é essa escolha que determina os conectores a usar; quem escreve tem de ter domínio sobre o texto e o seu encadeamento/ desenvolvimento.
Estrutura: TESE – PREMISSA – ARGUMENTOS - CONCLUSÃO
- Indicação do tema ou objeto de argumentação.
- Formulação da tese defendida.
- Demonstração, por meios de argumentos, de que é verdadeira.
- Conclusão (tenta-se convencer ou persuadir)
Ou
- Formulação da tese que se quer refutar.
- Consideração do ponto de vista contrário.
- Refutação por meio de contra-argumentos.
- Conclusão por ridicularização/diminuição da tese refutada (por ex. através da ironia) ou por meio de reafirmação da razão da tese defendida

2 comentários:
A cada dia que passa a população mundial está-se a tornar cada vez mais dependente da Internet.
Segunda o ISPA, quase três quartos dos jovens portugueses apresentam sinais de dependência da Internet, sendo que 13% são considerados graves e levam ao isolamento e à violência. Estes números têm vindo a aumentar e sabe-se também que os jovens entre os 13 e os 14 anos usam as redes sociais de forma ''mais intensa'' do que os jovens entre os 15 e os 16 anos.
A dependência da Internet deve-se principalmente ao chamado ''Medo de perder alguma coisa''. Os jovens sentem necessidade de estar sempre a verificar as atualizações das suas redes sociais. O desenvolvimento das novas tecnologias, nomeadamente dos Smartphones, ao facilitar o acesso à Internet, têm vindo a agravar esta tendência dos jovens.
Em conclusão, em vez de estar a combater a dependência da Internet, a sociedade de hoje tem vindo a agravá-la desenvolvendo novas tecnologias que, ao facilitar o acesso às redes sociais, estão a provocar um aumento ainda maior da dependência da Internet.
Daniela Felismino
Infelizmente, os jovens de hoje em dia não conseguem controlar a sua dependência da internet. Nos dias que decorrem, os jovens têm receio de perder alguma coisa enquanto estão “off-line”, consequentemente sentem a necessidade de estar ligados 24 horas por dia . Segundo o ISPA, quase três quartos dos jovens portugueses apresentam sinais de dependência da Internet, sendo que 13% são considerados graves e levam ao isolamento e à violência. Estes números têm vindo a aumentar e sabe-se também que os jovens entre os 13 e os 14 anos usam as redes sociais de forma ''mais intensa'' do que os jovens entre os 15 e os 16 anos. A internet é um outro mundo, onde as pessoas têm uma hipótese, de poderem ser aquilo que quiserem, mas por vezes é tudo uma ilusão e acaba por levá-las à exclusão social. Em conclusão a internet por um lado pode ter muitos pontos altos a nível de comunicação mas são esses mesmos “pontos altos” que levam os jovens a todos estes problemas como a exclusão social e a violência.
João Diogo, Daniela Dias, Filipe Ferreira
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