quinta-feira, 7 de outubro de 2021

A História da Língua Portuguesa... à nossa moda

 

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55 comentários:

Noémia Santos disse...

Revejam as indicações: carregar em comentários,escrever ou colar redação na caixa de texto, assinar com inicial e apelido, pôr a turma, escolher conentar como "Anónimo",carregar em "Publicar".
Bom trabalho!

Noémia Santos disse...

Errata: "comentar.

Anónimo disse...

Aluno(a): S.Martinho / Turma: 10ºD

A minha origem e evolução

Todos sabemos que, através do léxico de uma língua é possível acompanhar a história de
uma comunidade. Vou então falar sobre mim e a minha história, a origem e a evolução da
língua portuguesa. Eu pertenço ao grupo das línguas românicas (integra o Basto grupo das
línguas indo-europeias cuja origem remonta ao latim falado pelo povo), mas para ninguém
ficar perdido começarei do início.

Começam as invasões dos Iberos, Celtas, Fenícios e Gregos que me deixaram alguns
vestígios linguísticos, os substratos, como por exemplo: cama, cavalo, manto – Iberos;
camisa, caminho, Minho – Celtas; barca, mapa, seco – Fenícios; banho gramática, hino –
Gregos. Celtas e Iberos misturados vieram formar a civilização castreja, que domina quase
todo o território português até ao século II a.C.

Na época, o domínio do mediterrâneo era disputado por duas grandes potências: Roma e
Cartago. Os Lusitanos opuseram-se ao domínio Romano, mas no final do século III, os Romanos
dominaram completamente toda a Península Ibérica, durante mais de cinco séculos e impuseram
aos povos que ali habitavam a sua língua, o latim, que é a minha língua base, a camada
principal das palavras portuguesas, e a sua cultura. A sua influência é tanta que as
pessoas nem conseguem saber qual seria a linguagem que falavam antes da sua vida.

Do século V ao XII, verificou-se em mim a fixação dos superestratos dos povos germânicos
(Suevos e Visigodos) – boca, guerra, jardim; e árabes – açúcar. Álcool, alface; que
invadiram a Península Ibérica. Mais especificamente, a fixação dos vocábulos germânicos
aconteceu entre os séculos XII, mas já sensivelmente desde os séculos VI e VII, formado por
vários estratos (oriundos do latim vulgar). O período da minha história em que se inicia
com os primeiros documentos escritos em “língua vulgar” é chamado de português antigo e vai
até ao século XV. E, a fase entre séculos XVI a XVIII, é chamada de português clássico:
quando surgiram as primeiras gramáticas da língua, novas palavras de origem africana,
asiática e da América do Sul, que são sinais da expansão portuguesa.

Recebi influências de outras línguas europeias, como: aguarelas, bandido, esquadro –
italiano; boina, cavaleiro, muleta – castelhano; dos séculos XV até XVII; e no século XVIII
do francês – automóvel, chapéu, etiqueta. A partir do século XIX, o chamado português
contemporâneo continuou a incorporar vocábulos de outras línguas. E, por fim, no século XX
e XXI, o meu léxico enriqueceu através de palavras originárias de muitas línguas, sendo o
inglês predominante – internet, wifi, croissant, dossier, bluetooth.

Esta é a minha história, tenho muito orgulho dela e espero que evolua ainda mais!

Noémia Santos disse...

Obrigada, S, Martinho, por nos contares esta história tão cheia de aventuras.

O teu texto tem interesse e cumpre vários dos requisitos que definimos.

Há, todavia, falha de informação a corrigir.

A) No 1º parágrafo onde está «Eu pertenço ao grupo das línguas românicas (integra o Basto grupo das línguas indo-europeias cuja origem remonta ao latim falado pelo povo)»

- Talvez fosse erro na colocação dos parêntesis, mas altera a informação. Assim:
as línguas indo-europeias estão lá muito para trás, num passado muito remoto; o que remonta ao Latim são as línguas românicas.
- Aproveita para pôr o «basto» em minúscula.

Tens de corrigir para:
«Eu pertenço ao grupo das línguas românicas (que integra o basto grupo das línguas indo-europeias), cuja origem remonta ao latim falado pelo povo.»

B)Revê toda a parte seguinte do 4º parágrafo:de « Mais especificamente, a fixação dos vocábulos germânicos aconteceu entre os séculos XII, mas já sensivelmente desde os séculos VI e VII, formado por vários estratos (oriundos do latim vulgar).»

EMENDAR PARA: «Mais especificamente, a fixação dos vocábulos germânicos aconteceu nos séculos VI e VII e os de origem árabe, a partir do século VIII até ao século XII.»

C) Ainda, no último parágrafo, como havíamos visto, «croissant» e «dossier» são de origem francesa.

Há pequenas correções linguísticas a fazer.

Emenda no teu caderno e, se tiveres dúvidas, pergunta.

Anónimo disse...

Eu a língua portuguesa

Eu a língua portuguesa que já existo à tantos séculos sou inspirada no latim. Sim o latim, a principal língua de todo o sempre, sou uma língua muito desenvolvida e inspirada por vários povos como o Celta, o Fenicio, o Grego, o Ibero, entre outros.
Estas influências na história da língua portuguesa são conhecidas como substratos (antes dos romanos) e superestratos (pós romanos). Pertenço também ao grupo das línguas românicas ou seja integro o vasto grupo das línguas indo europeias. O meu léxico de palavras é de origem latina e sou formada a partir do romanço (linguagem que precedeu cada uma das línguas neolatinas).
Os substratos (vestígios linguísticos) provêm de vários povos dominadores como por exemplo: os Celtas dando origem às palavras (caminho, Minho, camisa), os Fenícios a (barca, saco, mapa), os Gregos (banho, gramática, hino) e os Iberos (cama, cavalo, manto), sendo este vocabulário desenvolvido durante a romanização.
Do século V ao XII apresenta-se a fixação de algumas línguas provindas de povos invasores da península Ibérica dando origem aos superestratos, os povos Germânicos (Suevos e Visigodos) instalam-se durante os séculos V a VIII devido à queda do Império Romano deixando vários exemplos de palavras sendo a maior parte vocabulário envolvendo armas ou objetos usados na guerra (aio, dardo, elmo, guerra,...), estes também deixaram bastantes nomes próprios como (Afonso, Fernando, Rodrigo) e também nomes de lugares como (Gondomar, Guimarães).
Como já conseguiste perceber eu já tive várias fazes como o português antigo sendo o período histórico do português em que se inicia a utilizar a língua portuguesa como vulgar em documentos, existindo até ao século XV, o português clássico abrangindo os séc. XVI-XVIII onde surgem as primeiras gramáticas e por fim o português contemporâneo sendo utilizado até aos dias de hoje.
Espero que te tenha feito me conhecer melhor e aguardo continuar a ser utilizada durante muitos anos.



10D Simão Santos

Unknown disse...

Aluno: Guilherme Lucas / Turma: 10ºB

A historia da minha origem
Esta historia começa com o meu avô o Indo-europeu que veio com algumas pessoas da Ásia para a Europa. O meu avô teve vários filhos, os que estiveram mais próximos de mim foram os meus tios o celta e o Ibero, também conheci alguns amigos do meu pai que me marcaram mais que foram o grego e o fenício, no futuro até os chamarão de substratos.

Mas quem me deu as bases para quem eu sou hoje foi o meu pai o latim apesar de todo o que aconteceu nenhuma língua se sobre pós a ele, mas influenciaram-me o suficiente para eu já falar um latim aldrabado, mesmo assim ele eterno não só pelas parecenças que eu tenho com o meu pai mas também as que os meus irmãos o castelhano, o francês, o italiano, e o desorgulho da família o Romeno.

Depois de alguns anos, no séc.V o meu pai foi morto por aqueles bárbaros dos germânicos, que feliz mente não me tiraram nada do que o meu pai me ensinou, só deixaram uma coisa ou outra desde o séc.VI ao VII.

Pouco tempo depois levei outro golpe, do séc.VIII ao XII o árabe aparecei de repente atentar obrigar-me a começar a falar a sua língua felizmente ele não consegui, mesmo assim ele deixou-me muitas palavras no meu vocabulário e no meu léxico. A estes dois eram chamar-lhos de superstratos.

Mas só no séc.XIII é que me começaram a dar-me a devida importância, o meu grande amigo D. Dinis foi no reinado que eu passei a ser a língua oficial do seu pais.

A partir do séc.XV até ao séc.XVIII, quando eu já era mais velho, foi quando eu ganhei um léxico mais variado, pois eu conheci povos com línguas muito variadas, povos da África, da Ásia, e da América; até aprendi alguma coisa com os meus irmãos, mesmo com o romeno, no séc. seguinte até comecei a ser mais contemporâneo; e nos últimos dois séc. tem avido um grande enriquecimento do meu léxico, ando a aprender muitas coisas com outras línguas mas principalmente com o inglês.

Tu já deves saber quem sou eu. Eu sou o portugueses e desentesa que terás muitas mais oportunidades de me conhecer.

Anónimo disse...

A Língua a Quem Chamo Eu

A língua a quem chamo eu, pertence ao grupo das línguas germânicas, formado a partir do romanço lusitano, o léxico português tem origens latinas. Surgiu nos fins do século III a.C. (218 a.C.), data em que os Romanos desembarcam na Península Ibérica e impõem a sua língua, o latim, e cultura aos povos aí existentes.
A esta invasão, por parte dos romanos, dá-se o nome de Romanização, processo de introdução da civilização romana na Península Ibérica, transformando comunidades locais e o espaço em que estas habitavam. Para além de uma nova organização administrativa, os romanos trouxeram a língua latina, que progressivamente, os povos da Península Ibérica foram adotando como idioma principal.
Anteriormente, à ocupação romana, a Península Ibérica, já havia sido povoada por outros povos como, os iberos, os celtas, os cartagineses, os fenícios, etc. deixando alguns vestígios das suas línguas no latim - Substratos.
Do século V ao século VIII, dá-se a queda do Império Romano do Ocidente (em 476) e ocorre a fixação na língua portuguesa de vestígios linguísticos dos povos germânicos (suevos e visigodos) e em seguida os visigodos, fazem sentir a sua influência na língua nativa, o latim - Superstratos.
Estes povos deixaram alguns vocábulos germânicos, relacionados como a temática militar, como por exemplo: (aio, dardo, elmo, guerra, …), antropónimos (Afonso, Fernando, Rodrigo, …) e os topónimos (Gondomar e Guimarães).
A 711, a Península Ibérica volta a ser invadida, desta vez pelos Árabes, acabando apenas por evacuar no século XIII. O léxico árabe é bastante variado, tendo vocábulos na área da alimentação (açorda, açúcar, aletria, …), do comércio, indústria e utensílios (albufeira, marfim, nora, …), de guerra (alarido, alcácer, zagaia, …), de ciências e cultura (álcool, aldeia, algarismo, …) e de antropónimos e topónimos (Albufeira, Alcântara, Alfama, …).
Por volta do século XII até ao século XV, a língua falada em Portugal assim como na Galiza, em Espanha, era o galego-português.
O português é finalmente adotado como língua nos documentos oficiais, substituindo o latim, começando a automatizar-se progressivamente, marcando o início de uma nova língua que se estava a formar - Português Antigo.
Do século XVI até ao século XVIII, Portugal beneficia de um grande desenvolvimento a todos os níveis, designando-se a fase do português clássico, surgem, a partir destes períodos, as primeiras gramáticas da língua.
Com a Expansão e com os Descobrimentos Marítimos, começam a surgir sinais, através das palavras correspondentes a novas realidades, como por exemplo em África (batuque, zebra, …), na Ásia (bambu, canja, …) e na América do Sul (amendoim, ananás, …).
No decorrer dos séculos XV a XVIII, Portugal recebe algumas influências de outras línguas europeias como: o italiano (alerta, capricho, …), o castelhano (camarada, cordilheira, …) e do francês (blusa, envelope, …).
A parir do século XIX, mantem-se a incorporação de vocábulos de outras línguas – Português Contemporâneo.
Até que, finalmente, do século XX ao XXI, verifica-se o enriquecimento deste léxico, através de vocábulos vindos de muitas línguas, sendo o inglês o mais predominante, introduzidos nas áreas da tecnologia, da ciência e do espetáculo, por exemplo.
O português é, assim, uma língua de comunicação internacional:
-Falado em quatro continentes;
-5ª língua mais falada no mundo e a 3ª mais falada na Europa;
-Tem mais de 250 milhões de falantes nativos;
-E é largamente falado ou estudado como segunda língua em muitos países.

Esta é a língua a quem chamo eu!

Micael Reis, 10ºB

Anónimo disse...

A língua a quem chamo eu

A língua a quem chamo eu pertence ao grupo de línguas românicas e começou a formar-se no fim do século III a.c quando os Romanos chegaram à Península Ibérica e impuseram a sua cultura e língua, o latim, dando assim origem ao período de romanização, passados muitos anos de aprendizagem com o povo romano começaram a chamar-me galego-português.
O latim, língua introduzida pelos romanos, é o estrato e a camada principal de quem eu sou hoje, mas eu também tenho vocábulos de origem pré-romana, são eles que constituem o meu substrato, esses vocábulos têm origem nos povos Celtas (caminho, camisa, Minho, …), Fenícios (barca, mapa, saco, …), Gregos (banho, gramática, hino, …) e Iberos (cama, cavalo, manto, …).
Com a queda do Império Romano começaram a surgir vocábulos de origem pós-romana, os superstratos, do século V ao século XII, os povos bárbaros (Suevos e Visigodos) invadiram e fixaram-se na Península Ibérica nos séculos V-VIII, durante a sua estadia na Península Ibérica eu adquiri diversas palavras de origem germânica (fresco, guerra, orgulho, …), ainda no século VIII a Península Ibérica volta a ser invadida mas desta vez pelos árabes que só saem no século XII, foi nessa época que que se começaram a usar palavras como açorda, marfim, xarope, xadrez, etc.
Depois disto eu tive vários períodos, o primeiro foi o do português antigo (séc. XII até séc. XV), foi neste período que surgiram os primeiros documentos escritos em língua vulgar, neste caso o galego-português (era o que me chamavam naquela época).
O segundo foi o português clássico que ocorreu entre o século XVI e o século XVIII, neste período, devido às viagens marítimas e aos Descobrimentos, surgiram vocábulos de origem africana (batuque, zebra, banana), de origem asiática (canja, chá, leque, …) e ainda vocábulos de origem sul-americana (amendoim, chocolate, cacau, …).
A partir do século XVI, o meu léxico continuou a aumentar com empréstimos de origem castelhana (camarote, tijolo, cavaleiro, …), italiana (aguarela, esquadro, balcão, …), francesa (assembleia, automóvel, blusa, …).
No 3º período, o período do português contemporâneo (a partir do séc. XIX), comecei a incorporar vocábulos de muitas línguas, nomeadamente o Inglês (bife, júri, repórter, etc.)
Isto foi um pouco da minha magnífica história assim como a do país que me criou e que me fez crescer, espero ainda que a minha história vos possa vir a ajudar futuramente, termino assim esta autobiografia a agradecer a todos os que falam a língua na qual eu me tornei, o português.

Marta Inácio 10ºB

Anónimo disse...

A minha jornada
Eu, o português, não nasci a ser como sou, eu evolui imenso o meu léxico com a ajuda de outras línguas, e hoje vou descrever a minha viagem até chegar ao que hoje sou.
Eu originei do latim mas tenho algumas palavras de antes de antes o latim que são o meu substrato, os meus substratos são principalmente dos, celtas, fenícios, gregos, iberos.
Também tenho palavras germânicas e árabes, a fixação dos vocábulos germânicos aconteceu nos séculos VI e VII e o árabe no século VIII até ao século XII. Graças aos descobrimentos e as relações que desenvolvemos nessa época, também recebemos muito vocabulário africano, americano e asiático.
No século V ao XII tive a afixação de vestígios dos povos que invadiram a Península ibérica, os superstratos, esses sendo o povos germânicos, nomeadamente, os suevos e visigodos.
Em meados do século XII, a língua que eu era, era o galego-português. o “Português antigo” foi um período da minha historia que começou com os primeiros documentos escrito em “língua vulgar”.
No século XVI, eu conheci uma quantidade imensa de palavras de outras línguas, europeias e extraeuropeias dada aos acontecimentos da historia. Os principais contribuintes foram, da língua castelhana, italiana, francesa, inglesa e alemã. Foi também nessa época que a fase do designado “português clássico” abrange e continua até XVIII, nessa altura apareceram as minhas primeiras gramaticas.
Desde o século XIX, eu continuo a incorporar vocabulário de outas línguas. E nos seculos XX e XXI enriqueci o meu léxico com as palavras que aprendi de muitas línguas, mas o inglês é o predominante nesse enriquecimento.

Simone Carvalho, 10ºB

Anónimo disse...

A minha origem, história e evolução
Bom dia, sou a língua portuguesa e hoje vou falar sobre a minha origem, a minha história e de como evoluí.
Portanto para começar informo-vos que pertenço ao grupo das línguas românicas que integra o vasto grupo das línguas indo-europeias cuja origem remonta do latim falado pelo povo. Durante o período da romanização, o galego-português foi-se formando aos poucos. Com a chegada dos povos iberos (que já cá habitavam antes dos Romanos) deixaram-me alguns vestígios linguísticos, os substratos, provenientes de povos dominados: Celtas (que deixaram: caminho e camisa); Fenícios (que deixaram: barco e mapa); Gregos (que deixaram: banho e gramática) e por fim mas não menos importante os Iberos (que deixaram: cama e cavalo, por exemplo).
Depois da queda do Império Romano, verificou-se a fixação dos superstratos vinda dos povos que invadiram a Península Ibérica do século V ao século XII. Logo depois os povos germânicos (Suevos e Visigodos) intalaram-se deixando alguns vocábulos, uns relacionados com a temática militar nomeadamente a palavra “guerra”, outros são antropónimos (Afonso, Fernando) e por fim outros como topónimos (Godomar, Guimarães) ocorrendo a fixação desses vocábulos durantes os séculos V a VIII. Em 711 são agora os Árabes quem invadem a Península Ibérica trazendo léxico muito diversificado, sobre a alimentação (açúcar), o comércio e a indústria (marfim) e a ciência e a cultura (algarismos), e apenas saindo no século XIII.
O português antigo foi o período da minha história em que se iniciou os primeiros documentos escritos em “língua vulgar” indo até ao século XV, depois o português clássico que abrange os séculos XVI-XVIII foi quando surgiram as primeiras gramáticas da língua.
Dos séculos XV a XVII recebi influências de outras línguas nomeadamente do italiano (alerta, capricho), do castelhano (camarada) e no século XVIII do francês (blusa).Por fim a partir do século XIX surge então o português contemporâneo, o qual ainda é falado hoje em dia. E para finalizar nos séculos XX e XXI enriqueci o meu léxico graças a palavras provenientes do inglês.
Espero que me tenham ficado a conhecer melhor.

Cláudia Duarte 10ºB

Anónimo disse...


G. Pereira 10ºB

O ser a quem chamo eu – Português

O ser a quem chamo eu, aquele que muito tem a dizer. Aquele a quem chamam a Língua Portuguesa. Nascida do latim, pai de muitos filhos, os meus irmãos: o Espanhol, o Galego, o Romeno, e eu, o Português. Aquele que teve uma infância agitada.
Aprendeu muito com um povo denominado de Romanos, cerca de 218 a.C., este período, conhecido como a Romanização, isto é, o processo de propagação da cultura romana. Transformou o ser a quem chamo eu no galego-português. Preenchido por vários estratos, e complementado por vocábulos de povos já existentes, os Gregos, Celtas, Fenícios e Iberos, os substratos. O ser a quem chamo eu, cresceu. Séculos passaram, e mais influências novas, ensinaram-lhe, vocábulos e ajudou-lhe a crescer, criando os superstratos. Provenientes de novos povos que invadiram a Península Ibérica, os Suevos, Visigodos e os Árabes, por volta do séc. V e destes últimos por volta do século VIII até ao XII e que lhe introduziram novos termos germânicos e árabes. Este ser, evoluído, é chamado de Português Antigo e é já utilizado em documentação escrita.
No século XVI, o ser a quem chamo eu mais uma vez cresceu. Agora, com orgulho, a sua expansão deu-se devido a um importante avanço na sua história, os Descobrimentos. Estes adicionaram-lhe novos vocábulos e palavras. O Português Clássico foi estabelecido que se extende até ao XVIII. Este ser desenvolveu-se, criando deste modo as gramáticas.
O ser a quem chamo eu, atravessou a sua última grande evolução no século XIX, sendo este o Português Comtemporâneo, já influenciado por muitas outras línguas.

Aquele ser que já aprendeu e vai continuar a aprender, sofreu uma grande evolução desde a sua origem até ao dia de hoje, e que com certeza, vai continuar a evoluir. Tornou-se num símbolo nacional e é hoje praticada por milhões de portugueses.
Por fim, esta é a história do ser a quem, hoje, os portugueses chamam, Língua Portuguesa.

Anónimo disse...

Entrevista à língua Portuguesa

-Boa tarde.
-Boa tarde.
-Podemos começar a entrevistas?
-Claro.
-Quando é que nasceu?
-Nasci no século XIII.
-Qual é a sua origem?
-Tenho origem no Latim Vulgar.
-Qual é a diferença entre um substrato e um superstrato?
-Um substrato é a influência que uma língua teve em mim antes da romanização e um superstrato é a influência que uma lingua teve em mim depois da romanização.
-Então e porque substratos e superstratos é que passou?
-O substrato mais importante pelo qual eu passei foi o substrato Celta, os celtas deixaram me algumas palavras como camisa, cerveja e saia e alguns nomes de algumas cidades como Évora, Lisboa e Coimbra,também existio o substrato Fenicio que me deixaram palavras como mapa e saco, os gregos também estiveram na península e deixaram palavras com gramática e hino e por fim também os iberos deixaram me as palavras cama, cavalo e manto, depois da queda do império romano, no século V, vieram os Germânicos, que me deixaram palavras como guerra, marcha, roubar e nomes como Afonso e Fernando, no século VIII os árabes invadiram Portugal e deixaram várias palavras começadas por "a", como azul, alecrim, álcool e alfaiate.
-Durante quanto tempo é que os romanos permaneceram na Península Ibérica?
-Os romanos chegaram à Península Ibérica nos fins do século III a.C. e impuseram a sua língua e a sua cultura aos povos que lá habitavam, saindo apenas no século V d.C.
-O que é o galego-português?
-O galego-potuguês era a língua que se falava no noroeste da Península Ibérica, também chamado de português antigo.
-Quando é que os documentos passaram a ser escritos em português?
-No século XIII, por ordem de D.Dinis.
-Depois de se tornar a língua oficial de Portugal sofreu mais algum tipo de mudança?
-Depois de me tornar a língua oficial de Portugal, recebi vários empréstimos de outras línguas.
-O que é um empréstimo?
-Um empréstimo é quando uma língua recebe novas palavras provenientes de outra língua, como por exemplo futebol do inglês, chapéu do francês, zinco do alemão, aguarela do italiano e muitas mais.
-Obrigada por me deixar entrevista la e por me ensinar mais sobre a sua origem.
-Não tem que agradecer.
-Adeus.
-Adeus.

Bruna Martins
Afonso Frade 10°B

Anónimo disse...

Língua Portuguesa, a língua a quem chamo eu...

Olá a todos! A língua a quem chamo eu é de origem latina. Dizem que pertenço ao grupo das línguas românicas ou latinas e que me formei a partir do romanço lusitano (linguagem que precede cada uma das línguas neolatinas). Sou a 5ª língua mais falada do mundo.

Aposto que já ficaram curiosos em me conhecer melhor, eu prometo que vos vou contar tudo…

Fazendo uma viagem pelo tempo damo-nos conta que surgi nos fins do século III a.C (218 a.C) quando os exércitos romanos ocuparam a Península Ibérica, iniciando-se assim o processo de introdução da civilização romana no território, a Romanização, que transformou as comunidades locais e o espaço que elas habitavam. Ao longo deste período fui-me formando progressivamente naquela que viria a ser a língua galego-português.

Eu sou formada por vários estratos e apesar de ter origem no latim vulgar conservei alguns vocábulos de origem pré-romana, ou seja, dos povos que habitaram a península anteriormente. Estes vestígios são chamados de substratos e são oriundos de diferentes povos dominados. Dos Celtas herdei vocábulos como (caminho, camisa, Minho entre outros. Dos Fenícios (barca, mapa e saco. Dos Gregos ficaram vocábulos como (banho, gramática e hino), dos Iberos (cama, cavalo e manto...).

Entre os séculos V e VIII ocorreu a queda do império romano e outros povos vieram habitar a Península (invasões barbaras), os quais eram provenientes dos povos germânicos (Suevos e Visigodos). Ao longo dos séculos V a VIII ocorre a fixação de superstratos, vocábulos germânicos, alguns com a temática militar (dardo, guerra...) outros são antropónimos (Afonso, Fernando...) e outros são topónimos (Guimarães, Gondomar...).

Em 711 é a vez dos árabes invadirem a Península e, uma vez que só vão embora no século XIII, o léxico de origem árabe é bastante extenso e abrange várias temáticas como a alimentação (açorda, açúcar, aletria...), a guerra (alarido, alcácer, zagaia…), as ciências e cultura com (aldeia, algarismo, álgebra…) e alguns topónimos como (Albufeira, Alcântara e Alfama…).

Com os Descobrimentos e as suas relações comerciais a língua a quem chamo eu ficou mais enriquecida com as novas realidades, do ponto de vista das experiências vividas. De África vieram vocábulos como (batuque, zebra, banana …), da Asia (bambu, canja, chá), da América do Sul chegam vocábulos como (cacau, chocolate, ananás…).

Claro que toda esta aventura foi dividida em fases.

No século XII sou chamada de português antigo. Começa assim um período da história do português que vai até ao século XV e os primeiros documentos são escritos em” língua vulgar”.

No século XVI inicia-se a fase em que me chamam de português clássico que vai abranger a época dos descobrimentos e a expansão marítima portuguesa. Durante este período entre os seculos XVI e XVIII Portugal conhece um grande desenvolvimento e surgem as minhas primeiras gramáticas. É também neste período que eu sofro algumas influências de outras línguas europeias, nomeadamente do italiano como (alerta, soneto…), do castelhano como (camarada, cordilheira, granizo…), e já em pleno século XVIII do francês com vocábulos como (blusa, envelope montra, puré…).

A partir do século XIX continuo a aumentar o meu léxico através de vocábulos de outras línguas e sou chamada de português contemporâneo.

Durante os séculos XX e XXI continuo a enriquecer o meu léxico com vocábulos de outras línguas, mas, a proveniência dessas palavras é, sobretudo de origem inglesa, uma vez que surgem nesse período, as novas tecnologias e consequentemente as redes sociais. Sou enriquecida então, com palavras como (password, Wi-Fi entre outras).

Tenho muito orgulho em ter uma história de vida assim. Cruzei vários continentes e sou falada por mais de 290 milhões de pessoas, partilhando conhecimento com todos aqueles que gostam de mim, que me leem, que me ouvem e que me escrevem por todo o mundo.

Mariana Botelho, 10ºB

Anónimo disse...

Os invasores que formaram a língua

Árabe – Muito boa tarde, galego-português. Obrigada por comparecer nesta entrevista.
Galego-Português – Boa tarde. Obrigada por me convidar e terei todo o gosto em responder às suas questões, sobre o meu desenvolvimento.
A – A primeira pergunta que lhe gostaria de fazer é, que povos e línguas é que o iniciaram?
GP – No início surgiu dos povos que invadiram a Península Ibérica, os Celtas, os Fenícios, os Gregos e os Iberos. Cada um destes povos trouxe-me vocábulos que permaneceram comigo até aos tempos de hoje. Os celtas trouxeram-me diversas palavras, tais como, “caminho, camisa, Minho, …”, os Fenícios “barca, mapa, saco, …”, os Gregos “banho, gramática, hino, …” e os Iberos “cama, cavalo, mato, …”
A – E o galego-português é oriundo de um destes povos, ou de outro povo consequente?
GP – Na verdade, eu não sou oriundo desses povos, apesar de eles me terem fornecidos inúmeros vocábulos, para dizer a verdade, sou oriundo do latim vulgar, que veio da romanização no seculo III a.c. (218 a.c.), um exemplo de uma palavra que me foi deixada pelo latim é “macula” que a qual evolui por via popular para “mancha” e “mágoa”, e por via erudita para “mácula”. Por sua vez, a queda do império romano ocorreu em 476.
A – Se o império romano permaneceu na Península Ibérica até 476, que povos e as suas línguas vieram subsecutivamente?
GP – Os povos posteriores ao latim que me trouxeram as suas línguas e as suas culturas à Península Ibérica, foram os povos germânicos (Suevos e Visigodos). Estes instalaram-se ao longo do seculo V ao VIII e que fixaram vocábulos e diversas temáticas, tais como militar (aio, dardo, guerra, …), os antropónimos (Afonso, Fernando, Rodrigo) e os topónimos (Gondomar, Guimarães). E estes permaneceram até ao século VII.
A – Após estes acontecimentos, a partir do século VIII (711), invado a Península Ibérica e deixa uma grande quantidade de vocábulos em inumerosas áreas, nomeadamente a alimentação (aletria, xarope, açorda, …); o comercio, indústria e utensílios (marfim, quintal, albufeira, …); as ciências e cultura (aldeia, algarismo, cifra, …) e os antropónimos e topónimos (Albufeira, Alcântara, Alfama, …). Após lhe proporcionar estes vocábulos no século XIII, deixei a Península Ibérica. Seguidamente porque desenvolvimentos passou até aos dias de hoje?
GP – Futuramente o português antigo é o período da história da língua portuguesa, em que fui utilizado como assinatura dos primeiros documentos escritos, que foi do século XII ao XV. Já no século XVI devido a um grande desenvolvimento de Portugal surge a fase do português clássico. Formam-se novas palavras correspondentes a novas realidades vindo da África (samba, zebra, cachimbo, …), da Ásia (bengala, chá, tulipa) e da América do Sul (amendoim, batata, furacão, …). A nível europeu as línguas que mais me influenciaram foram o italiano (cartucho, alerta, soneto, …) e o castelhano (pastilha, camarada, granizo, …). Terminamos assim no seculo XVIII com a influência do francês (envelope, blusa, montra, …). Remetendo ate ao século XIX.
A – Por volta do século XIX, decorreu alguma fase que promoveu à língua portuguesa a origem de novos vocábulos?
GP – No século XIX o português contemporâneo ajuda à origem de vocábulos vindos de outras línguas. Concluindo nos séculos XX a XXI, o enriquecimento do léxico português tem vindo a aumentar provenientes de muitas outras línguas, sendo o inglês o mais predominante, nomeadamente na área da tecnologia.
A – Obrigado por comparecer e contar-nos a sua história.
GP – Eu é que agradeço pela atenção.

Madalena Santos, Margarida Ribeiro 10ºB

8 de outubro de 2021 às 17:15

Anónimo disse...

Boa tarde, hoje iremos entrevistar a língua portuguesa e percebermos a sua origem.

Boa tarde língua portuguesa gostaria de lhe pergunta quando e onde surgiu ?
Boa tarde, obrigada pelo seu convite. Eu surgi no século III no noroeste da Península Ibérica.

Como foi a sua evolução?
A minha evolução é dividida em cinco períodos, o Pré-românico, surgido a partir do latim vulgar . O latim vulgar foi o idioma levado pelos soldados para as áreas conquistadas no Império Romano porque era a língua oficial de Roma. Logo de seguida veio o Românico, que são as línguas que resultaram da diferenciação ou do latim levado pelos conquistadores romanos. Com as sucessivas transformações o latim é substituído por dialetos. Desses, da transição iniciada no século V, surgem quatro séculos depois as demais línguas românicas: francês, espanhol, italiano, sardo, provençal, rético, franco-provençal, dálmata e romeno. O português surge no século XIII. Certo tempo depois o Galego-português foi o idioma da Galiza, na atual Espanha, e das regiões portuguesas do Douro e Minho. Permanece até ao século XIV. E pó fim e não menos importante veio o Português Arcaico que é o idioma falado entre o século XIII e a primeira metade do século XVI. É nesse período que começam os estudos gramaticais da língua portuguesa. E o Português Moderno, o idioma falado em Portugal e nos demais países lusófonos.

A língua portuguesa é consideradas uma das mais difíceis por quê?
Eu contenho elementos de várias outras culturas, como a árabe, espanhola, latina e até inglesa. As pessoas que têm mais facilidade a perceber-me são pessoas que me têm como língua materna, os que não me têm como língua materna por norma têm dificuldade devido aos sons nasais, às expressões populares e ao vocabulário traiçoeiro.

Você tornou-se a língua materna em quantos países?
Ao todo são nove países que têm como idioma oficial o português, eles são a Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné-Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e claro que não poderia faltar Portugal

Qual o seu valor?
Cada língua tem um valor próprio e único, para os seus falantes, para a união e identidade, para a diversidade e o enriquecimento da humanidade, para a aproximação de pessoas, países e civilizações. A língua portuguesa tem uma transversalidade mundial, através dos milhões de portugueses espalhados por cerca de 180 países do mundo, o que dá a Portugal e à sua língua uma força enorme. E essa força tem-se vindo a refletir através da influência dos portugueses que tem vindo a crescer nesses países de acolhimento, com uma participação política, social, económica, cultural, empresarial, cada vez maior.Mas quando falamos no valor do idioma e da língua, é preciso explicar exatamente o que isso significa e qual o seu impacto do ponto de vista prático.
Muito obrigada língua portuguesa.

Eu é que agradeço.

Margarida Rego
10°B

Anónimo disse...

A minha história de vida

Olá, sou a língua portuguesa e hoje vou falar e ajudar-vos a compreender melhor a minha origem e evolução. Todos sabemos que pertenço ao grupo das línguas românicas e que o meu léxico é de origem latina mas antes disto vamos voltar aos acontecimentos que me fizeram ser quem eu sou hoje.
Tudo começou com as invasões Fenícias, Celtas, Iberas e Gregas que me proporcionaram a recolha de alguns vestígios linguísticos, intitulados de "substratos"(antes dos romanos), como por exemplo: barca, mapa, saco…-vindo dos Fenícios; caminho, camisa, Minho…-vindo dos Celtas; cama, cavalo, manto…-vindo dos Iberos; e banho, gramática, hino…-vindo dos Gregos.
Nos fins do século III a.C., os Romanos invadiram a Península Ibérica e impuseram o seu léxico("romanização"), o latim cujo sua importância é grande para mim visto que sou originária dele e é também a minha principal base para as palavras. Do século V ao século XII, ocorre a fixação de vestígios linguísticos provenientes de certos povos invasores dando origem aos "superstratos"(pós romanos).
Após a queda do Império Romano os povos germânicos(Suevos e Visigodos) instalam-se na Península Ibérica desde o século V até ao século VIII trazendo consigo vocabulário alusivo à temática militar como: dardo, guerra, espada, elmo…; mas também alguns nomes próprios: Rodrigo, Afonso, Fernando…; e nomes de cidades: Gondomar, Guimarães;.
Após os povos germânicos, foi a vez do povo Árabe invadir a Península Ibérica, controlando-a desde o ano 711 até ao século XIII. Enriqueceram o meu léxico em diversas áreas e temas desde a alimentação até às ciências e culturas. Aqui estão alguns exemplos do vocabulário árabe: açúcar, nora, Alfama, aldeia, marfim, açorda….
O verdadeiro período da minha história só se inicia no século XII, aquando foram escritos os primeiros documentos em "língua vulgar". A este período chamamos de "português antigo" que decorre entre os séculos XII e XV.
Entre os séculos XVI e XVIII o meu léxico teve influência de outros léxicos de novos continentes devido às expansões portuguesas como por exemplo: batuque, zebra-de África; bambu, canja, chá, leque-da Ásia; e amendoim, ananás, cacau, chocolate-da América do Sul. A esta fase denominamos de "português clássico".
Ao longo dos séculos continue a enriquecer o meu léxico através da influência de outas línguas europeias como o italiano: alerta, capricho, cartucho, soneto; o castelhano: camarada, cordilheira, granizo, pastilha; e o francês: blusa, envelope, montra. Ainda nos séculos XX e XXI o inglês enriqueceu o meu léxico nomeadamente na área da tecnologia.
Por último neste momento a língua que nos acompanha é denominada por "português contemporâneo" e vem desde o século XIX até aos dias de hoje.
Pensam que a minha história acabou mas mal sabem que ainda agora começou. Deixo por último uma frase para vos inspirar e tocar-vos o coração. Até Breve!
"Através do léxico é possível acompanhar a história de uma comunidade"


Rodrigo Santos, 10ºB

Anónimo disse...

Carlota Aniceto, 10B
Carta da língua aos jovens
Caros jovens portugueses, senti necessidade de vos escrever porque reparei que perderam o gosto e a curiosidade que tinham em relação a mim há uns séculos. Venho, portanto, contar-vos a minha história para que, possivelmente, mudem essa opinião.
Comecemos. Provavelmente lembram se dos Romanos como o início, mas não foi. Os Celtas e os Iberos já estavam na Península ibérica antes e realizavam trocas comerciais com os Fenícios e os Gregos e ainda existem, hoje em dia, palavras vindas desses povos. É o chamado Substrato da língua.
Agora sim, os Romanos. Eles chegaram à Península Ibérica em 218 a.C e iniciaram o processo de romanização: impuseram a sua cultura, costumes e modo de vida, mas principalmente a língua- o latim. Podemos dizer que o latim foi "a mãe" de todas as línguas românicas, inclusive a portuguesa, porque a maioria das palavras que conhecemos hoje derivam de outras de origem latina.
Quando o Império Romano do Ocidente caiu, em 476 d.C, a Península Ibérica foi invadida pelos povos germânicos, mas o latim já estava tão intrisecado na população que os Suevos e os Visigodos conseguiram apenas deixar palavras, maioritariamente relacionadas à guerra. Este seria o Superstrato da língua.
Em 711, os Árabes ocupam a Península Ibérica. Também não conseguiram destronar o latim. Permaneceram tanto tempo em certas regiões e eram tão especializados nas áreas das ciências, da agricultura e do comércio que deixaram para o futuro uma imensidão de palavras relacionadas com estes temas. A partir do século XII, devido à influência do rei D.Dinis, que além de rei era poeta, a "língua portuguesa" tornou-se a oficial do reino. Portuguesa assim entre aspas porque ainda não era bem o português que conhecemos hoje- era o galego-português. Podemos dizer que esta foi a primeira fase da língua.
Com os Descobrimentos, no século XV, aparecem palavras provenientes dos países afetados pela expansão portuguesa, nomeadamente países da África, Ásia e América do Sul. Nota-se também a influência de outros países europeus no vocabulário português, por exemplo Itália, França, Castela, Inglaterra e Alemanha. A este período chamamos o Português Clássico.
Atualmente fala-se o chamado Português Contemporâneo, que envolve palavras "emprestadas" de várias línguas, especialmente o inglês, na área das tecnologias.
São vários séculos de história e de evolução, com uma diversidade de autores que só tiveram o sej reconhecimento anos ou até mesmo séculos após a sua morte e agora vocês, jovens, não lhes dão valor. Espero ter conseguido fazer-vos ver que a língua portuguesa não é recente e toda ela conta uma história.
Com carinho e esperança, a língua portuguesa

Anónimo disse...

A minha história

O meu nome é a língua portuguesa, e eu nasci há cerca de seis mil anos atrás,mas a minha formação foi um processo longo, que teve início pelo indo-europeu, que com as migrações deu origem a várias línguas, sendo uma delas o itálico, que originou o latim, a minha base linguística , mais especificamente o latim vulgar, visto que pertenço as línguas românticas.
O povo que trouxe o latim à Península Ibérica foram os Romanos, mas antes desse acontecimento ( século III a.c) Portugal foi habitado por outros povos, que me deixaram os seus vestígios linguísticos, e a isso se chama de substrato.
Durante a romanização houve a implantação do latim vulgar, pois a colonização e conquista ocorreram ao cargo do povo e o latim literário era só usado por escritores.
Após a queda do Império Romano, os povos que habitaram a Península Ibérica foram os bárbaros, principalmente os povos germânicos e árabes, que por serem culturalmente inferiores, adotaram o latim, e com esse acontecimento, eu sofri várias influências, e isso tem o nome de superstrato.
No nordeste da Península Ibérica, houve a minha evolução, e nasceu (a nível vocal), o galaico português. No século XII, com a conquista da nossa Independência em 1143, comecei a ter algumas diferenciações na fala do povo.
No século XVI , D. Dinís proibiu o uso do latim em documentos oficiais e eu passei também a ser usado na escrita. No século XV e XVI, começou a era dos descobrimentos, e eu enriqueci ,o meu vocábulo ganhou novas palavras, como por exemplo, de origem Africana, Americana e Asiática, e no século XVI, com a ocorrência de vários acontecimentos históricos, eu consequentemente aperfeiçoei com palavras do vocabulário castelhano, italiano, inglês e francês.

Inês Martins 10ºB

Anónimo disse...

Carta da Língua Portuguesa para Latim:
De: Língua Portuguesa
Para: Latim
Olá Mãe!!!
Está tudo bem contigo? Como estás a aproveitar a reforma?
Olha, estava no outro dia a falar com o primo Castelhano e chegámos à ideia de ambos enviar-te cartas para te contar tudo o que se passou antes e depois de cá estares. Antes de começar gostava de te agradecer por tudo aquilo que me ensinaste e pela educação que me deste.
Ao falar com uns primos afastados da Europa e com os teus senhores, atuais italianos, descobri que antes de chegares à Península Ibérica (antes do séc. III a.C, portanto), estavam cá os Gregos, os Fenícios, os Celtas e os Iberos que me ensinaram umas palavrinhas. Como me ensinaram pouquinho e vieram dizemos que eles são os meus substratos.
No séc. III a.C foi a tua vez de chegares à região que é hoje conhecida como Portugal, durante o período de Romanização (nome que se dá ao processo das invasões romanas e da passagem da cultura desses povos para os povos invadidos), e como foste a língua que mais me ensinou em todos os campos aquela com que mais tive contacto dizemos que és o meu estrato, estrato principal ou base.
Quando os Germânios do norte da Europa te expulsaram e aos teus senhores no séc. V, aprendi muitas palavras sobre guerra e exército que realmente fazem jus a esses povos. Alguns exemplos são: elmo, guerra, esgrimir, coifa e agasalhar.
No séc. VII, os Árabes do norte de África expulsaram os Germânicos e ficaram cá até ao início do séc. XII. Com eles aprendi muitas palavras sobre agricultura e matemática, tais como: quinta, quintal, algarismo e álgebra.
Como estes povos não estiveram cá tanto tempo como tu e o que fizeram foi adicionar vocabulário, diz-se que as suas línguas são os meus superstratos.
Em 1143, quando finalmente reconheceram as terras dos meus senhores com país eu era tratada por galego-português e comecei a aparecer em documentos e tratados importantes. O termo que se usa hoje em dia para qualificar essa fase da minha vida é Português Antigo.
No fim do séc. XIV, início do XV, os meus valentes e corajosos senhores resolveram partir numa estupenda aventura, os Descobrimentos.
Durante esta viagem comecei a ensinar outro povo e línguas, mas nunca deixei de aprender. Em África aprendi palavras como banana, cachimbo, girafa e inhame. Na América descobri o abacate, a alpaca, o amendoim, a batata, entre outas coisas. E na Ásia aprendi o que era o chá, a chávena, o bambu a canja…. Hoje em dia diz-se que na altura eu era o Português Clássico.
Depois deste período continuei a aprender através de contacto com primos e amigos distantes da Europa, especialmente durante o Renascimento e com a Revolução Francesa (as redações francesas sobre os direitos dos cidadãos foram impactantes em toda a Europa). Ultimamente tenho usado muitas expressões de origem inglesa devido ao avanço tecnológico. Alguns exemplos são: smartphone, hacker, fitness e check-in.
Espero que agora me conheças melhor e tenhas também mais noção do quão importante foste para mim!

Com muito amor e orgulho,
Uma das tuas muitas filhas:
A Língua Portuguesa.

Aluno: João Nunes
Turma: 10ºB

Anónimo disse...

De onde eu porvenho ?

Olá , primeiro de tudo eu chamo-me Lingua Portuguesa , e a minha família são as línguas românicas ,mas também podes lhes chamar de línguas latinas e neolatinas se preferires.
Eu nasci do latim ,que por vezes , o mesmo gene latino deu origem a dois ou mais genes. Como o gene "macula", que originou outros dois que são"mancha" e "mágoa".
Ao longo da minha vida aprendi vocábulos de origem pré-romana , pós-romana e árabe ,e com isso acabei por aprender muitas palavras como , cama, gordo e sapo que são de origem pré-romana ; boca ,guerra e luva que são de origem pós-romana e açúcar ,cenoura e atum que são de origem árabe.
Eu tambem acompanhei a história da minha comunidade, eu observei eles a terem relações comerciais e culturais, e a entrarem em contacto com novas gentes ,novas atividades ,novos objetos e novas línguas, que foram as de África ,Ásia e América. Por esse motivo acabei por aprender novas palavras , como , macaco ,banana e samba de origem africana ; bengala ,chá e pires de origem asiática , e tapioca ,mandioca ,carioca e tabaco de origem americana.
A partir do século 16, eu continuei a aumentar o meu vocabulário devido as ensinações dos europeus e extraeuropeus , eles me ensinaram palavras de origem castelhana, como ,boina ,muleta e tijolo ,também ensinaram palavras de origem italiana ,como , balcão ,bandido e piano ; de origem francesa palavras como , comboio , automóvel e chapéu ; de origem inglesa palavras como , bife ,pudim e lanche , e por último de origem alemã ,as palavras loja , quartzo e valsa.
Depois desta descrição tenho a certeza que me conheces um pouco mais que antes , então , até a próxima.

Anónimo disse...

Entrevista ao Português

-Eu vim do latim que foi trazido pelos romanos no seculo III a.C mais nomeadamente em 218 a.C durante o Império Romano.
Os romanos deixaram Portugal em 476 d.C devido a queda do Império romano, mas o latim continuava como língua principal de Portugal.
Em ano 507 voltamos a ser invadidos pelos Visigodos povo Germânico que deixou palavra relacionadas com a guerra como espada, espora e a própria palavra guerra, os Visigodos foram expulsos pelos árabes em 711 século VIII.
Os árabes ficaram 45 anos em Portugal o que chegou para deixar algumas palavras como arroz, alface, algodão e algarismo.
Logo eu sou um pouco de cada língua que são o latim, línguas pre-latinas, línguas germânicas e árabe, essa línguas estão organizadas em substrato e superstrato, mas na atualidade tem entrado palavras que vêm do francês, italiano e do inglês.

Pedro Costa 10ºB

Anónimo disse...

Texto autobiográfico da história da língua
Chamo-me Língua Portuguesa e tenho vários antecedentes que são como pais para mim. O Latim, é como um pai para mim, é o parente por quem eu tenho mais carinho pois maior parte de mim é dele.
Na minha infância deu-se os descobrimentos e a maior parte das relações, comerciais e culturais. Fruto dessas mesmas relações conheci vários dos meus amigos, eles são a África a América e a Ásia, que deu origem a palavras como banana, abacate e bambu. Tenho duas origens, a pré-romano que proveio dos celtas e dos celtibéricos que me deram palavras como barro e cama. E a segunda origem foi a pós romana, ou seja, os povos germânicos e os árabes que também me deram palavras como boca e açucar.
Agora vou dar mais alguns pormenores sobre a minha vida.
No ano 218 a.C. os Romanos invadiram a Península Ibérica e nesse período que se deu o nome de romanização, ou seja, o período de adesão das características dos povos romanos pelos povos invadidos, formou-se o Galego-Português, este era formado por estratos (língua que influência a outra ou é influenciada), substratos (língua com menos poder mas que também vai influenciar uma língua).
Finalmente no ano 476 deu-se a queda do império romano, mas sucederam-lhe os povos germânicos cujo deixaram os seus vestígios linguísticos, ou superestratos, na nossa língua mas que têm uma relevante importância.
Em 711 os povos Árabes também acabaram por invadir a Península Ibérica deixando um leque de palavras como álcool e marfim.
No período da minha adolescência houve o período do Português Antigo (até ao séc. XV), onde se escreveram os primeiros documentos escritos na “língua vulgar”. De seguida deu-se o período do Português Clássico (do séc. XVI ao XVIII), que foi quando se formaram as primeiras gramáticas.Dentro desses mesmos séculos, do XVI ao XVII a maior influencia foi o castelhano e o italiano e no século XVIII foi o francês. No século XIX foi o período do Português Contemporâneo que incorpora vocábulos de muitas outras línguas. Hoje em dia estou no meu período adulto, ou seja, séc. XX e XXI, e o meu melhor amigo é o inglês, que é outra grande parte de mim. E esta foi a minha vida, até agora.
Inês Silvestre, nº11, 10ºB

Anónimo disse...

Do berço aos dias de hoje

Eu sou a língua portuguesa e venho contar-vos a minha história.
Tenho origem no latim, remontando aos finais do século III a.c., quando os romanos invadiram a Península Ibérica. Na altura apesar de ser a língua oficial do império romano, foi no latim vulgar, a modalidade usada pelo povo e pelas classes mais baixas, que comecei a ter expressão na Península.
Além dos romanos, as invasões de outros povos também influenciaram o meu desenvolvimento, nomeadamente a dos bárbaros germânicos.
Foi no século VIII que sofri uma forte marca cultural e linguística, principalmente a nível lexical, com as invasões dos árabes na Península Ibérica. Essas invasões motivaram um processo de reconquista cristã. Com a expulsão dos árabes comecei a ser falada no Condado da Galiza como galego-português, tendo ficado mais consistente como língua no Condado Portucalense, território onde se iniciou Portugal.
Mais tarde, no século XIII, o rei que me oficializou, como a língua que deveria ser usada em todos os documentos administrativos do reino, foi D. Dinis. Eu passo assim a ser uma língua historicamente documentada.
A expansão portuguesa nos descobrimentos teve, do mesmo modo, uma grande influência na minha evolução, pois integrei novas palavras das muitas relações comerciais e culturais e do contacto com novas gentes, atividades, objetos e novas línguas de África, Ásia e América, como por exemplo: girafa, chávena e abacate.
Na fase do meu período clássico, que abrange os séculos XVI a XVIII, surgiram as minhas primeiras gramáticas.
A partir do século XIX torno-me português contemporâneo, onde incorporo novas palavras fruto das novas tecnologias, predominantemente da língua inglesa.
Como podem perceber, através do meu léxico é possível acompanhar a história da comunidade portuguesa.

Aluna: Beatriz Videira / Turma: 10ºD

Anónimo disse...

História da língua portuguesa
-Boa tarde hoje comigo temos um convidado especial, que vai responder a algumas perguntas sobre a história da língua-(entrevistador).
-Boa tarde-(entrevistado).
-Quais são as línguas românicas?
-As línguas românicas são : o português, o italiano , o romeno , o francês , o castelhano , o galego e o catalão.
-O que é a romanização?
-A romanização é a propagação da cultura romana através da cultura e os seus atributos, foi-se formando, de forma lenta e progressiva, a língua que viria a constituir o galego-português. Esta língua , formada por vários estratos , apesar de oriunda do latim vulgar , conservou alguns vocábulos das línguas dos povos iberos dominados.
-O que é o substrato?
-Os substratos , são estes vestígios linguísticos , que são provenientes de diferentes povos dominados : Celtas , Gregos , Fenícios e Iberos.
-E superstratos?
-Do século V ao século XII, verifica se a fixação na língua portuguesa de vestígios linguísticos do povos que invadem a Península Ibérica - os superstratos.
-Qual era a língua falada em Portugal em meados do século XII?
-A língua falada em Portugal era o galego-português.
-O que é o galego-português?
-O galego português designa a língua românica falada durante a Idade Média nas regiões de Portugal e da Galiza.
-Qual era o período da história do português antigo?
-É o período da história do português que se inicia com os primeiros documentos escritos em “língua vulgar” e vai até ao século XV.
-Fala-me agora um pouco do português clássico.
-No século XVI , Portugal conhece um grande desenvolvimento a todos os níveis. A fase do designado português clássico abrange os séculos XVI-XVIII , e durante esse período surgem as primeiras gramáticas da língua.
-Quais foram as línguas que mais influenciaram o português?
-Foi o italiano e castelhano no século XV ao século XVII e o francês no século XVIII.
-O que aconteceu a partir do século XIX?
-O português contemporâneo continua a incorporar vocábulos de outras línguas , dá-se a progressiva modernização da língua , a que assistimos ainda hoje.
-E hoje em dia assistimos ao enriquecimento do léxico através de palavras provenientes de muitas línguas.
-Sim é verdade mas o inglês é predominante.

Leonardo Martinho , nº16 , 10ºA

Anónimo disse...

Carta da língua portuguesa para Latim
De: Língua Portuguesa
Para: Latim

Olá!!!
Como é que estás? Não te vejo à tanto tempo. Desde que entraste na reforma, Eu evolui imenso, então decidi escrever-te uma carta a explicar tudo!
Tu sabes que foste tu que deu origem ao meu léxico com a ajuda do romanço lusitano. És a camada principal das minhas palavras. Mas eu descobri que antes de tu chegares à P.I (Sec. III), estavam cá os Celtas, Gregos, os Fenícios e os Iberos que me ensinaram algumas palavras. Eles ensinaram pouco então são conhecidos como os meus substratos.
Quando tu chegaste aonde agora é conhecido como Portugal, durante a Romanização. É o nome que foi dado às invasões romanas e a passagem de cultura para os povos invadidos. Como eu já mencionei que tu és a camada principal das minhas palavras, ficaste a ser conhecido como o meu estrato.

No sec. V, quando foste expulsado pelos germânicos, fui ensinado diversas palavras sobre exército e guerra como, por exemplo: guerra, elmo, agasalhar, etc.
Foi a vês dos Germânicos serem expulsados quando os Árabes chegaram no sec. VII até o sec. XII. Os Árabes me ensinaram várias palavras sobre a matemática e agricultura. Uns exemplos são: algarismo, álgebra, quintal, quinta, etc. Os Árabes apenas adicionaram vocabulário tendo em conta que não ficaram tanto tempo como tu. As suas línguas são consideradas os meus superstratos.
A região dos meus senhores finalmente foi reconhecida como um país em 1143, passei a ser tratado por Galego-português e também passei a ser algo de importante em documentos e tratados. Este período agora é conhecido como o Português antigo.
Mesmo no final do sec. XIV. Os meus senhores embarcaram numa aventura histórica! Os Descobrimentos. Durante os Descobrimentos, aprendi muito com vários povos diferentes, mas também ensinei alguns truques. Em Africa, aprendi palavras como samba, zebra, macaco, banana, etc. Na Ásia descobri o que é o chá, bambu, tulipa, etc. Na América aprendi sobre a batata, abacate, amendoim, etc. Deixei a minha marca em cada região que passei. Este período hoje é conhecido como o Português clássico.
Mais para a frente, entrei e contacto com uns amigos da europa, principalmente durante a revolução francesa e os Renascimento. O inglês também influenciou muitas palavras como bife, smartphone, futebol, etc.

Já te contei tudo e espero que adoraste a minha história, tenho muitas saudades tuas.

Com amor,
A língua portuguêsa.


Francisco Dinis, 10ºB, Nº5

Anónimo disse...

Língua portuguesa – a minha história

Eu sou a língua portuguesa de origem latina e eu pertenço ao grupo das línguas românicas.
Tudo começou há muito tempo atrás, quando os meus avós, os substratos, que viveram antes da romanização me deixaram de herança muitas palavras provenientes dos Celtas, Fenícios, Gregos e Iberos; como por exemplo, camisa, mapa, banho e cavalo.
No final do século III a.C. os Romanos chegaram à Península Ibérica e foram impondo às pessoas que já lá viviam, os Lusitanos, os seus costumes e as suas culturas, como por exemplo, as técnicas de construção civil, a maneira de fabricar o pão, a organização das cidades, e também lhes ensinaram a língua que eles falavam que era o Latim, a minha mãe. Durante a romanização, eu fui crescendo e desenvolvendo.
No século V ao XII, eu conheci os superstratos, que me ensinaram palavras germânicas, como aio, dardo, Afonso e Guimarães; e árabes, como alface, álcool, marfim e Albufeira. Em meados do século XII batizaram-me de galego-português. Quando surgiram os primeiros documentos escritos em «língua vulgar» e até ao século XV, eu fui apelidada de português antigo. Apareceram as primeiras gramáticas sobre mim e passei a chamar-me português clássico. Nos séculos XV a XVIII fui recebendo novas palavras de Itália, como balcão e piano, de Castela, como cavaleiro e tijolo, e de França, como automóvel e restaurante.
Agora nestes últimos séculos XX e XXI, tenho aprendido palavras originárias de muitas línguas, mas principalmente do inglês.
Como veem podem acompanhar e perceber como eu me fui desenvolvendo através da história da comunidade portuguesa. Agora que me vejo chegar à idade adulta olho para trás e sinto muito orgulho no meu percurso ao longo de todos estes séculos. Ou será que ainda não cheguei à idade adulta?

Carlota Bento
10ºD

Anónimo disse...

A minha história é uma história de um povo. Sou oriunda do latim vulgar, um idioma trazido pelos soldados romanos, que alteravam as mentalidades e crenças das áreas conquistadas em que os povos ocupados substituíam as suas próprias línguas pelo latim de forma gradual e integrada denominada por Romanização.
Pertenço ao grupo das línguas românicas onde estão incluídas as línguas indo-europeias cuja origem remonta ao latim falado pelo povo, o português, o castelhano, o catalão, o francês, o italiano e o romeno são exemplos de tal. Em meados do século XII, o galego-português era a língua românica mais falada em Portugal, foi ele que deu origem ás línguas galaico-portuguesas, isto é, ás línguas originadas na região ocidental da península ibérica.
Sou formada por vários estratos, apesar de descender do latim, conservei alguns vocábulos das línguas pré-românicas, os substratos. Entre os séculos V e XII fixaram-se em mim vestígios linguísticos dos povos que invadiram a Península ibérica, os superstratos.
O português antigo foi o período da minha história em que se iniciou os primeiros documentos escritos, e dura até ao século XV. No século XVI houve um grande desenvolvimento a todos os níveis, o que deu início á fase do português clássico onde surgem as primeiras gramáticas.
A partir do século XIX, e até ao dia de hoje o português contemporâneo continua a incorporar vocábulos de origem africana, americana, asiática, castelhana, italiana, francesa, inglesa, alemã e árabe.

Beatriz Trindade, nº4
10ºA

Anónimo disse...

A minha história
A minha história é muito antiga e complexa, eu, a língua portuguesa, pertencia ao grupo das línguas latinas cuja a origem remonta o latim que era a camada principal das palavras portuguesas. O meu vocabulário formou-se a partir do romanço lusitano.
Antes do século III a.c., começou a existir vocabulários e palavras novas para mim vindos de outros povos, o primeiro era de origem pré-romana anterior à implantação do latim, o celta, alguns exemplos de palavras como, barro, cama, gordo, touca e sapo. Depois o idioma celta juntou-se com o latim vulgar dando origem ao Galego-Português.
No século V ao século VII, os povos germânicos chegaram e deixaram algumas palavras de origem pós-romana como boca e guerra. Os árabes invadiram a Península Ibérica em 711 e também deixaram palavras como azul e açúcar.
No século XVI-XVIII houve expansão portuguesa e nessa altura chamavam-me de português clássico, recebi palavras vindas da África como banana e cachimbo, da Ásia como andar e bambu, e da América do Sul como abacate e alpaca.
A partir do século XVI o meu vocabulário continua a aumentar devido as influências dos meus irmãos: do castelhano veio airoso e boina, do Italiano veio aguarela e balcão, do Francês veio assembleia e automóvel, do Inglês veio bife e clube e do Alemão veio arranjar e cobalto, são meus irmãos, pois viemos do latim.
No século XIX eu incorporo vocábulos de outras línguas e sou chamado de Português Contemporâneo. Nos séculos XX e XXI enriqueço do vocabulário através de palavras provenientes de muitas línguas como por exemplo o Inglês.
Tiago Silva 10ºD

Anónimo disse...

Origem da língua
(entrevistador)
- Olá bom dia, o entrevistado de hoje é a língua portuguesa. Então vamos lá:
- A que grupo à língua portuguesa pertence?

(entrevistado)
- Bom dia, a língua portuguesa pertence ao grupo das línguas românicas, ou seja, integra o vasto grupo das línguas in do-europeias cuja origem remota ao latim.

- Qual é a do léxico e qual o seu desenvolvimento?

- O léxico é de origem latina. O latim é, pois, a camada principal das palavras portuguesas.
No seu desenvolvimento, há vocábulos de origem pré-romana, sobretudo de origem germânica e de origem árabe. E através do léxico é possível acompanhar a história de uma comunidade.

- Os vocábulos da língua portuguesa tem várias origens, quais as suas origens e os vocábulos?

- Uma das suas origens é africana e alguns dos vocábulos são: banana, cachimbo, etc. Da América são: abacate, alpaca, etc. Da Ásia são: andar, bambu, etc.
A partir do século XVI, o léxico continuou a aumentar com empréstimo quer europeus, quer extraeuropeus. De origem castelhana: airoso, boina, etc. Origem italiana: aguarela, balcão, etc. Francesa: assembleia, automóvel, etc. Inglesa: bife, clube, etc. Alemã: arranjar, cobalto, etc.

- O que aconteceu ao longo da romanização e o que se foi formado?

- Nós fins do século II a.c, os romanos chegaram à Península Ibérica. Ao longo do período de romanização, foi-se formando, de forma lenta e progressiva, a língua que viria a construir o galé o-português (língua falada em Portugal, meados do século XII), ou seja, a base é o latim e os substratos são prevenientes de várias povos como: Celtas, Fenícios, Gregos e Iberos.

- O que é substrato?

- É a língua falada em determinada área geográfica e que, tendo sido substituída por outra língua, deixou nesta diversas influências.

- O que ocorreu durante os séculos V ao XIII?

- Do século V ao XII, verificou-se a fixação na língua portuguesa de vestígios linguísticos dos povos que invadem a Península Ibérica - os superstratos.
Os povos germânicos instalam-se e, ao longo dos séculos V ao VIII, ocorre a fixação de vocábulos germânicos.
Os árabes também invadem a Península Ibérica em 711 e só saem no século XIII.

- Como tinha referido anteriormente, o que é substrato?

- É a língua que, ao ser introduzida numa determinada área geográfica, se dissolve na língua aí falada, deixando, no entanto, marcas nesta a vários níveis (léxico, fonética, sintaxe, etc).

- O que é, é como inicia o português antigo e as línguas que o influênciaram mais?

- O português antigo, inicia com os primeiros documentos escritos em "língua vulgar" e vai até ao século XV.
No século XVI, Portugal conhece grande desenvolvimento a todos os níveis.
Durante os séculos XV a XVII, as línguas que mais influênciaram o português foram o italiano, o castelhano e, no século XVIII, o francês.

- O que acontece a partir do século XIX e qual é a língua predominante?

- A partir do século XIX, o português contemporâneo continua a incorporar vocábulos de outras línguas.
Nós séculos XX e XXI, o inglês é predominante, nomeadamente na área das tecnologias.

- Muito obrigada pela sua disponibilidade, por eu lhe ter entrevistado.

M. Inácio 10°A

Anónimo disse...

A vida de uma língua Portugal, 05 de outubro de 2021


Caros alunos do 10º ano,

Decidi ceder ao vosso pedido e contar-vos um pouco da história da minha longa vida.

Como devem saber, sou uma língua românica, tal como o castelhano, o catalão, o italiano, o francês e o romeno; ou seja, a minha origem remonta ao latim. “Porquê o latim?”, perguntam-se vocês. E eu respondo: por causa da Romanização.

No século III a.C. os romanos chegaram à Península Ibérica e, apesar de alguma resistência por parte dos que nela habitavam, conseguiram impor-lhes a sua língua (o latim), a sua cultura, os seus hábitos, as suas leis, etc. O período de Romanização durou mais de seis séculos, deixando o seu grande e notável impacte. Podemos então dizer que o latim é o meu estrato principal.

Obviamente, havia necessidade de comunicar mesmo antes da chegada dos romanos. Aos vestígios linguísticos pré-romanos chamamos substratos. Estes vestígios foram deixados pelos povos que habitavam a Península Ibérica antes dos romanos: os Iberos (que deixaram palavras como cama, cavalo, …), os Celtas (caminho, camisa, …), os Fenícios (barca, mapa, …) e os Gregos (banho, gramática, …).

Após a queda do Império Romano, os povos germânicos (Suevos e Visigodos) invadiram a Península Ibérica e ao longo dos séculos V e VII d.C., também estes me deixaram a sua contribuição (dardo, guerra, …). Já no século VIII d.C. a Península Ibérica foi invadida pelos Árabes, que também me deixaram muitas marcas, sobretudo palavras começadas por –al (álcool, algarismos, …), só saindo no século XIII d.C. Aos vestígios linguísticos deixados por estes povos chamamos superstratos.

Em meados do século XII d.C., a língua portuguesa falada em Portugal é o galego-português (ou galaico-português. Entrei então no português antigo, o período da minha história em que se escreveram os primeiros documentos em “língua vulgar”, que vai até o século XV d.C.

Já a minha fase de português clássico abrange os séculos XVI a XVIII d.C., e foi nela que surgiram as minhas primeiras gramáticas. Foi também nesta altura que se deram os Descobrimentos, onde ganhei novas palavras de origem africana (batuque, zebra, …), asiática (bambu, chá, …) e sul americana (ananás, cacau, …). Ao longo desses séculos também recebi algum vocabulário italiano (alerta, capricho, …), castelhano (granizo, pastilha, …) e francês (blusa, envelope, …).

A partir do século XIX d.C. iniciei a minha fase de português contemporâneo, onde continuei a incorporar vocábulos de outras línguas.

Mesmo hoje em dia, ainda recebo influência de outras línguas, especialmente do inglês na área da tecnologia (internet, …). As línguas estão em constante desenvolvimento, apesar de ser um processo demorado.

É tudo o que tenho a contar, por agora.

Atenciosamente,

A Língua Portuguesa


L. Ferreira 10A

Anónimo disse...

Sou a língua portuguesa
(texto autobiográfico)

Sou a língua portuguesa, nasci em 218 a.C quando os Romanos chegaram à Península Ibérica e com eles trouxeram a sua língua, o latim vulgar. Depois da sua chegada, lentamente formou-se o galego-português, neste ficaram vestígios linguísticos provenientes dos Celtas ( caminho, camisa,...); dos Fenícios ( barca, mapa,...); dos Gregos ( banho, gramática,...) e dos Iberos ( cama, cavalo,...).
No século V com a queda do Império Romano e com a chegada dos povos germânicos, estive exposta a várias alterações, embora o latim sempre tenha ficado presente, ao longo dos séculos V a VIII adotei alguns vocábulos germânicos.
Posteriormente, os Árabes invadiram também a península ibérica e também deixaram a sua marca na minha construção. O léxico árabe fixou-se em várias áreas como na alimentação, comércio, na indústria e utensílios, na guerra, entre outros.
Nos séculos XVI-XVIII tive uma grande evolução, nesta altura era chamada de "o português clássico". Foi durante este período de tempo que surgiram as primeiras gramáticas.
Com os descobrimentos e com as relações comerciais e culturais adquiri vocábulos dos outros continentes. Da América do Sul (amendoim, cacau,...) ; da África ( cachimbo, zebra,...) e da Ásia ( bambu, chá,...).
Ao longo dos séculos recebi também grandes influências de outras línguas europeias, como por exemplo do italiano, do castelhano e do francês.
Nos últimos dois séculos tive o maior desenvolvimento, o latim continua a ser a minha principal camada. Atualmente não sou falada apenas em Portugal, sou falada também no Brasil, na Angola, em Moçambique e em alguns outros países.
Esta sou eu e a minha história.
V. Badea 10°D

Anónimo disse...

As minhas raízes

Eu sou a língua portuguesa. Sou orgulhosamente uma das línguas europeias mais falada no mundo. Vou contar um pouco da minha história de vida e origens.
Eu pertenço ao grupo das línguas românicas, cuja origem remonta ao latim, falada pelo povo em diversos países da Europa e alguns localizados na zona do mediterrâneo como Portugal, Itália, Espanha, França, Inglaterra, África do Norte entre outros.
Antes de aprender o latim alguns habitantes de outros países, os substratos deixaram-me alguns vestígios linguísticos. No caso dos Celtas (origem pré-romana) – caminho, camisa, Minho, os Fenícios as palavras barca, mapa, saco… e os Gregos termos como banho, gramática, hino, e os Iberos - cama, cavalo, manto. Do século V ao XII, adveio em mim a fixação dos superestratos dos povos germânicos (Suevos e Visigodos - origem pós-romana) que invadiram a Península Ibérica ex- boca, guerra, coifa, harpa, e de origem Árabe - açúcar, albufeira, alface, álcool, oxalá, xarope. A fixação dos vocábulos germânicos aconteceu entre os séculos VI e VII e os de origem árabe, a partir do século VIII até ao século XII, formado por vários estratos (oriundos do latim vulgar).
A língua falada em Portugal em meados do século XII é o galego-português, o português antigo é o período da minha história em que se inicia com os primeiros documentos escritos em “língua vulgar”, com duração até ao século XV.
Fui evoluindo para o português clássico presente entre os séculos XVI a XVIII, surgindo as primeiras gramáticas da língua, começando a aparecer novas palavras de origem africana, asiática e americana - sinais da expansão portuguesa.
Nos séculos XV a XVII, através do contato com novas culturas recebi influências de outras línguas europeias, passando a adotar alguns estrangeirismos, tais como do Italiano - cappuccino, pizza, máscara; do Castelhano - cavalheiro, novilho, granizo. E no século XVIII, do Francês - baguete, crepe, patê.
A partir do século XIX progredi para o português contemporâneo, continuei a incorporar novos vocábulos de outras línguas.
No século XX e XXI o meu léxico enriqueceu através de palavras oriundas de muitos idiomas, sendo atualmente a língua inglesa a predominante em inúmeras áreas como a tecnologia.
Gosto bastante da minha história, porque deixou marcas profundas ao longo dos tempos, em muitos acontecimentos e aprendizagens. Espero continuar a aprender, a melhorar e a evoluir.

Anónimo disse...

As minhas raízes

Eu sou a língua portuguesa. Sou orgulhosamente uma das línguas europeias mais falada no mundo. Vou contar um pouco da minha história de vida e origens.
Eu pertenço ao grupo das línguas românicas, cuja origem remonta ao latim, falada pelo povo em diversos países da Europa e alguns localizados na zona do mediterrâneo como Portugal, Itália, Espanha, França, Inglaterra, África do Norte entre outros.
Antes de aprender o latim alguns habitantes de outros países, os substratos deixaram-me alguns vestígios linguísticos. No caso dos Celtas (origem pré-romana) – caminho, camisa, Minho, os Fenícios as palavras barca, mapa, saco… e os Gregos termos como banho, gramática, hino, e os Iberos - cama, cavalo, manto. Do século V ao XII, adveio em mim a fixação dos superestratos dos povos germânicos (Suevos e Visigodos - origem pós-romana) que invadiram a Península Ibérica ex- boca, guerra, coifa, harpa, e de origem Árabe - açúcar, albufeira, alface, álcool, oxalá, xarope. A fixação dos vocábulos germânicos aconteceu entre os séculos VI e VII e os de origem árabe, a partir do século VIII até ao século XII, formado por vários estratos (oriundos do latim vulgar).
A língua falada em Portugal em meados do século XII é o galego-português, o português antigo é o período da minha história em que se inicia com os primeiros documentos escritos em “língua vulgar”, com duração até ao século XV.
Fui evoluindo para o português clássico presente entre os séculos XVI a XVIII, surgindo as primeiras gramáticas da língua, começando a aparecer novas palavras de origem africana, asiática e americana - sinais da expansão portuguesa.
Nos séculos XV a XVII, através do contato com novas culturas recebi influências de outras línguas europeias, passando a adotar alguns estrangeirismos, tais como do Italiano - cappuccino, pizza, máscara; do Castelhano - cavalheiro, novilho, granizo. E no século XVIII, do Francês - baguete, crepe, patê.
A partir do século XIX progredi para o português contemporâneo, continuei a incorporar novos vocábulos de outras línguas.
No século XX e XXI o meu léxico enriqueceu através de palavras oriundas de muitos idiomas, sendo atualmente a língua inglesa a predominante em inúmeras áreas como a tecnologia.
Gosto bastante da minha história, porque deixou marcas profundas ao longo dos tempos, em muitos acontecimentos e aprendizagens. Espero continuar a aprender, a melhorar e a evoluir.
Beatriz Ferreira 10ºD

Anónimo disse...

A origem e evolução do português

Entrevistador-Olá hoje estamos aqui para entrevistar a quinta língua mais falado no mundo, o português.
Entrevistador-Desde já queria saber qual foi a principal influência para a criação da sua língua?
Língua portuguesa-Eu tive muitas influências, mas o principal extrato foi o latim, tal como foi para o francês, galego, castelhano, catalão, italiano, e romêno. Todas esta línguas são línguas Românicas, ou seja, são línguas cujo o extrato principal é o latim.
Entrevistador-Ok, mas eu agora gostava de saber o porquê do Latim ser o seu extrato principal e não ser outra língua qualquer?
Língua Portuguesa-Pelo fato dos romanos terem estado na Península Ibérica pelo um longo período de tempo, assim a adoção da língua, do direito, da religião romana e outras coisas foram aderindo naturalmente.
Entrevistador-À pouco disse que tinha tido várias influências pode falar um pouco mais sobre elas?
Língua portuguesa-Claro, basicamente essas influências podem se dividir em dois grupos os substratoo e os superstratos.
Os substratos são vestígios linguísticos de diferentes povos que estavam na Península Ibérica antes dos romanos invadirem, como por exemplo os Celtas, com palavras como "caminho" e "camisa" ;os Fenícios, com palavras como "cama" e cavalo". Já os Superstratos são vestígios linguísticos de povos que invadem a Península Ibérica depois da queda do Império Romano do Ocidente, como exemplo temos os Germânicos que se instalaram do século V ao VII e trouxeram palavras como "elmo" e "guerra", outro exemplo são os Árabes que invadem em 711 e só saem no século XIII eles trouxeram o léxico árabe que tem bastantes palavras mas estes são só alguns exemplos "açúcar", "albufeira" e "algarismo".
Entrevistador-Por fim eu gostava que me explicasse os períodos da língua?
Língua portuguesa-Houve três pedidos o galego-portugês ou português antigo que vai do século XII ao XV, esta língua é formada por vários estratos também nesta altura aparece os primeiros documentos escritos em português; o português clássico que abrange os século XVI ao XVIII durante este período surge as primeiras gramáticas e começam a apareçer palavras de outros continentes por conta dos Descobrimentos; e o Português contemporâneo que é desde o século XIX até aos dias de hoje, este período continua a incorporar vocábulos de outras línguas.
Entrevistador-Muito bem, é só isto e até um dia em que nos encontremos.
Língua portuguesa-Tchau.

Gonçalo Rodrigues 10ºA

Anónimo disse...

Língua portuguesa- O meu passado

O ser a quem chamo eu nasceu oficialmente no século XIII, mas comecei a ser criada e desenvolvida muito antes disso.
Todo começou no século III a.c. quando a Península Ibérica foi invadida pelos romanos e quando o latim, que é a minha base, se misturou com a língua celta já existente na Península. Durante alguns séculos fui uma mistura entre latim e celta, mas após a queda do império romano, e já após a influencia germânica que obtive, no século V desenvolvi o português arcaico. Que era uma mistura de romano e galego-português, com influencia romana, celta e germânica.
Alguns séculos depois, no século VIII d.c., a Península foi invadida pelos árabes, o que me influenciou a introduzir alguns vocábulos árabes no meu vocabulário.
Uns séculos após a invasão árabe eu ‘nasci’, no século XIII, através de D. Dinis que legislou que os livros e documentos deveriam ser escritos comigo e não com latim.
Já no século XVI, na altura da expansão marítima, sofri algumas influências asiáticas, africanas e americanas. Também evolui muito o meu vocabulário com vocábulos de línguas modernas, como o francês, o italiano, o inglês, etc.
Eu continuava e continuo a renovar e a enriquecer o meu vocabulário até aos dias de hoje.

Rita Garrido 10ºD

Anónimo disse...

A lingua e o seu percurso
(Entrevistador)
-Boa tarde, gostariamos de fazer uma entrvista sobre a lingua Portuguesa , é possivel fazer-lhe umas perguntas ?

(Entrevistado)
-Boa tarde , claro que sim .

(Entrevistador)
-Em que ano e por quem é que foi imposta a Lingua portuguesa?

(Entrevistado)
-A lingua portuguesa foi imposta pelos romanos na Penísula Ibérica nos finais do século .III.

(Entrevistador)
-Qual a origem da língua Portuguesa?

(Entrevistado)
- A língua Portuguesa tem como origem o Latim , trazido pelos romanos nos meados do século XVII.

(Entrevistador)
- O que é o substrato e o superstrato?

(Entrevistado)
- Um substrato é a influência que a língua teve antes da romanização, e um superstrato é a sua influência depois da romanização.

(Entrevistador)
- O que são as línguas românicas?

(Entrevsitado)
- As línguas romanicas integram o vasto conjunto das línguas indo-europeias que são originárias da evolução do latim.

(Entrevistador)
- E quais são as línguas romanicas?

(Entrevistado)
- São o português, o espanhol, o italiano e o francês.

(Entrevistador)
- O que é o galego-português?

(Entrevistado)
- O galego-português, designa a língua romanica falada durante a idade média em Portugal e na Galiza.

(Entrevistador)
- E quando é que se desenvolveu?

(Entrevistado)
- O Galego-Português desenvolveu-se do século V ao século XVII com as invasões germânicas.

(Entrevistador)
- O que é que a invasão árabe modificou na língua?

(Entrevistado)
- DE 711 ao século XVIII, a Península Ibérica foi invadida pelos árabes , que deixaram um léxico de palavras árabes como: açúcar, açorda, aletria, etc.

(Entrevistador)
- O português foi influênciado por outras línguas? Quando?

(Entrevistado)
- Sim. O português foi influênciado especialmente pelo italiano e pelo francês do século XV ao século XVIII.

(Entrevistador)
- Uma última pergunta: Em que século é que existe um enriquecimento da língua?

(Entrevistado)
- Do século xx ao século XXI, ocorre uma grande enriquecimento da língua com palavras maioritáriamente inglesas.
- Mais alguma questão?

(Entrevistador)
- Não. Muito obrigado por nos dar a conhecer a língua e o seu percurso até aos dias de hoje.

(Entrevistado)
- Não tem de agradecer. É sempre um gosto poder partilhar os meus conhecimentos.


Guilherme Martins 10A


Anónimo disse...

Entrevista à Língua Portuguesa e ao seu desenvolvimento
(Entrevistador) - Boa tarde, venho entrevistar a Língua Portuguesa e fazer-lhe algumas perguntas sobre a sua origem e o seu grande desenvolvimento.
- Como e quando se originou a Língua Portuguesa?
(Entrevistado) - A Língua Portuguesa pertence às línguas românicas, mas provém do Latim, originou-se no século III a.C., com a chegada dos Romanos à Península Ibérica, onde estes começaram a espalhar a sua cultura e língua.
- O que é a romanização?
- Resumidamente, a romanização foi um período da história, séc. XIX, onde ocorreu a aculturação e a assimilação cultural dos seus atributos, por parte das populações.
- Quais são as línguas românicas?
- As línguas românicas são também designadas por línguas latinas e neolatinas, pois integra o vasto grupo das línguas indo-europeias, que atualmente são o português, o espanhol, o italiano e o francês.
- O que é o galego-português e como era constituído?
- O galego-português era formado por vários estratos, conservando alguns vocábulos das línguas de outros povos, por substratos, ou seja, vestígios linguísticos provenientes de diferentes povos e por superestratos, a fixação na língua portuguesa de vestígios linguísticos de outros povos.
- Após a queda do Império Romana o que sucedeu?
- Ocorreu a fixação de vocábulos, principalmente os que estavam relacionados com a temática militar. O léxico de origem árabe é de várias áreas, como a alimentação, o comércio, a guerra, etc.
- No léxico português existem vocábulos de várias origens. Quais?
- Existem vocábulos de origem céltica e celtibérica, por exemplo, abóbada, cama, sapo, manteiga, etc. de origem germânica, como, agasalhar, fresco, guerra, jardim, etc. de origem árabe, albufeira, álcool, algarismo, arroz, azul, etc. Também existem vocábulos de origem africana, da América, da Ásia, de origem castelhana, italiana, francesa, inglesa e alemã.
- O português teve várias fases. Quais?
- No século XII, o português antigo, quando se iniciou os primeiros documentários escritos em língua vulgar, no séc. XVI o português clássico, onde surgem as primeiras gramáticas da língua e o português contemporâneo, a partir do séc. XIX, que continua a incorporar vocábulos de outras línguas.
Com esta entrevista concluímos que a Língua Portuguesa passou por um grande desenvolvimento e atualmente ainda acontece isso, com o enriquecimento de palavras que provêm de outras línguas.

Beatriz Antunes 10ºA

Anónimo disse...

Um pouco da minha história

Sou a língua portuguesa e, com este texto,venho falar-vos um pouco da minha história. Pertenço ao grupo das línguas românicas, ou seja, faço parte do grupo das línguas indo-europeias que se originam do latim falado pelo povo. Tenho léxico de origem Latina sendo o latim a camada principal das minhas palavras.
Os romanos, quando chegaram á Península Ibérica, no século III a.C. impuseram-me a sua língua e cultura tornando-me no galego-português e passando Portugal para uma colónia de Itália. Com isso, fiquei com alguns substratos dos Celtas(caminho); Fenícios(barca); Gregos(gramática); Iberos(cama). No século V a XIII, impuseram-me alguns vocábulos germânicos de temas militares(aido); antropónimos(Afonso); topónimos(Gondomar). O léxico de origem árabe que me foi dado, de 711 a XIII era dividido em temas como: alimentação(açorda); comércio, indústria e utensílios(marfim); guerra(zagaia); ciencias e cultura(alcool); antropónimos e topónimos(Albufeira).
Nos séculos XVI a XVIII passei a ser o português classico, sendo uma fase de grande desenvolvimento a todos os níveis, e surgiram-me as primeiras gramáticas de língua e novas palavras provenientes de África,Ásia e América do Sul.
No século XVI houve o aumento do meu léxico com empréstimos de origem Castelhana(boina); Italiana(balcão); Francesa(chalé); Inglesa(bife); Alemã(loja).

Ana Cruz,10°D

Anónimo disse...


História da língua Portuguesa

Estamos aqui com a D. língua Portuguesa, e a Sra. vai contar-nos sobre a sua história e as suas origens.
- Então diga-nos como foi o início da sua vida?
Língua Portuguesa: inicialmente a Península Ibérica era habitada por Celtas e Iberos, também por Fenícios, Gregos e Cartagineses mas em menor quantidade.
-E é verdade que estes povos alteraram a sua constituição?
Língua Portuguesa: É verdade sim; todos estes povos deixaram vestígios presentes em mim até aos dias de hoje. Esses vestígios também podem ser chamados de substrato e foram deixados até ao séc. II AC.
-Diga- nos o que aconteceu a seguir?
Língua Portuguesa A partir do séc. III AC os Romanos invadiram a Península Ibérica. Esta era rica em metais e era onde os seus inimigos Cartagineses formavam enormes exércitos. Os Romanos ocuparam quase toda a Península Ibérica e nos séculos que cá estiveram formaram o estrato da língua, ou seja, a base que é constituída pelo Latim.

- Então daí é que vem o termo Línguas Românicas?
Língua Portuguesa: exatamente, as línguas Românicas são todas as línguas que derivam do Latim; são elas o Italiano, o Castelhano, o Catalão, o Galego, o Francês, o Romeno e como é óbvio o português.
- E depois deram-se as invasões Bárbaras, correto?
Língua Portuguesa: Sim, com a queda do império Romano, no séc. V, vieram os povos Germânicos e os Nórdicos, também conhecidos por Bárbaros. Foram eles os responsáveis por uma grande parte do superestrato da língua Portuguesa.
Depois chegaram a Portugal os Mouros e os Árabes que contribuíram para o superestrato Português, com a imensidão de palavras que eles trouxeram para o nosso uso diário.

E quando é que se formou Portugal?
Língua Portuguesa: No séc. IX deu-se o início da reconquista Cristã que ocorreu até á formação do Condado Portucalense, no séc. XII.

Pode explicar-nos o que é o Galaico ou Galego- Português?
Língua Portuguesa: O Galego Português é uma língua minha irmã que foi criada com base na mãe, o Latim, que era falada entre Portugal e o reino da Galécia, a atual Galiza. O Portugalego foi a língua falada em Portugal, em meados do séc. XII após a expulsão dos Muçulmanos e foi substituída pelos dialetos Moçarabes. Com o tempo e com a perda de comunicação entre Portugal e a Galiza, a ligação entre os dois foi perdida e o Galego-Portugês foi substituído pelo Português clássico, no séc. XVI.
- Então e o que é que mudou no Português com a chegada do Português clássico?
Língua Portuguesa: Com a chegada do Português clássico, surgem as primeiras gramáticas da língua e começam a introduzir-se novas palavras vindas das colónias Portuguesas.
- Quando é que se tornou igual aos dias de hoje?

Língua Portuguesa: A partir do séc. XV que se começaram a introduzir novos vocábulos vindos de outras partes da Europa, e o séc. XIX foi o início da era do Português contemporâneo que incorporou muitos termos de outras línguas.
Tiago B. 10ºA

Noémia Santos disse...


Caros alunos das turmas 10º A, 10º B e 10º C

Muito obrigada pelos vossos textos. Já registei e tomei notas sobre todos eles e dar-vos-ei conta, em aula e aqui, nos casos em que tal for necessário.

Creio que já podemos escolher alguns exemplares para a página principal - 2 ou 3 de cada género de escrita.


NOTA: para os que não conseguiam publicar aqui, recebi ainda 3 textos, no TEMAS e um, no e-mail do prof...Conclui-se, pois, que há alguns alunos que não entregaram o trabalho no tempo e pelos meios previstos.Temos de falar.

Noémia Santos disse...

Para poderem apreciar todos os contributos, seguem os restantes textos, chegados por outras vias:

I

Chamo-me Língua Portuguesa e tenho vários antecedentes que são como pais para mim. O Latim, é como um pai para mim, é o parente por quem eu tenho mais carinho pois maior parte de mim é dele.

Na minha infância deu-se os descobrimentos e a maior parte das relações, comerciais e culturais. Fruto dessas mesmas relações conheci vários dos meus amigos, eles são a África a América e a Ásia, que deu origem a palavras como banana, abacate e bambu.

Tenho duas origens, a pré-romano que proveio dos celtas e dos celtibéricos que me deram palavras como barro e cama. E a segunda origem foi a pós romana, ou seja, os povos germânicos e os árabes que também me deram palavras como boca e açucar.

Agora vou dar mais alguns pormenores sobre a minha vida.

No ano 218 a.C. os Romanos invadiram a Península Ibérica e nesse período que se deu o nome de romanização, ou seja, o período de adesão das características dos povos romanos pelos povos invadidos, formou-se o Galego-Português, este era formado por estratos (língua que influência a outra ou é influenciada), substratos (língua com menos poder mas que também vai influenciar uma língua).

Finalmente no ano 476 deu-se a queda do império romano, mas sucederam-lhe os povos germânicos cujo deixaram os seus vestígios linguísticos, ou superestratos, na nossa língua mas que têm uma relevante importância.

Em 711 os povos Árabes também acabaram por invadir a Península Ibérica deixando um leque de palavras como álcool e marfim.

No período da minha adolescência houve o período do Português Antigo (até ao séc. XV), onde se escreveram os primeiros documentos escritos na “língua vulgar”.

De seguida deu-se o período do Português Clássico (do séc. XVI ao XVIII), que foi quando se formaram as primeiras gramáticas. Dentro desses mesmos séculos, do XVI ao XVII a maior influencia foi o castelhano e o italiano e no século XVIII foi o francês.

No século XIX foi o período do Português Contemporâneo que incorpora vocábulos de muitas outras línguas.

Hoje em dia estou no meu período adulto, ou seja, séc. XX e XXI, e o meu melhor amigo é o inglês, que é outra grande parte de mim.

E esta foi a minha vida, até agora.

Inês Silvestre, nº11, 10ºB

Noémia Santos disse...

Entrevista à Língua Portuguesa



“Sou feita de gente vinda de toda a parte”



Entrevista – Bom dia, a todos os nossos telespetadores, é com muita alegria que declaro que hoje, a nossa entrevista vai ser à Língua Portuguesa!

Língua Portuguesa – Bom dia!

Entrevistador – Bom, sem mais demora vamos começar. Primeira pergunta, a Língua Portuguesa teve origem no seu próprio País (Portugal) ou vem um bocadinho de cada parte do mundo?

Língua Portuguesa – Eu vim um bocadinho de cada parte do mundo, porque nos anos que durou o meu nascimento, Portugal foi invadido múltiplas vezes e depois houve a época dos descobrimentos, por isso a maior parte dos materiais/objetos são de origem estrangeira devido à quantidade de importações e exportações que Portugal fazia na altura. Apesar de vir um bocadinho de cada parte do mundo vou sempre achar que os meus “pais” são o Latim e a Romanização, visto que são as minhas bases e também porque tenho muito orgulho em ser uma língua românica. Por fim costumo ainda dizer que sou feita de gente vinda de toda a parte.

Entrevistador – No seu discurso falou de duas palavras, que eu gostava que dissesse os seus significados, para os nossos telespetadores entenderem são elas “Línguas Românicas” e “Romanização”.

Língua Portuguesa – Passo a explicar então, uma língua românica é uma língua que integra o vasto grupo das línguas indo-europeias cuja origem remonta ao Latim falado pelo povo. Como exemplos de línguas românicas temos o Castelhano, o Catalão, o Francês, o Italiano, o Romeno e claro eu. A Romanização é a expansão romana a todos os níveis, culturais, territoriais e linguísticos.

Entrevistador – Diria que a Romanização foi importante para o seu desenvolvimento?

Língua Portuguesa – Sim, como já disse anteriormente a Romanização foi como uma “mãe” para mim. A Romanização fez grandes mudanças e avanços em mim e em Portugal, tais como ensinar os Portugueses a falar Latim, dar técnicas de construção, impor leis, organizar as cidades construindo monumentos até hoje icónicos como a Ponte de Chaves, o Templo de Évora e as Ruínas de Conimbriga (que foram em parte destruídas pelos Bárbaros). Concluindo, nos finais do século III os Romanos chegaram à Península Ibérica impondo a sua língua e cultura aos povos que aqui habitavam, por isso sendo sincera acho que não seria a mesma se a Romanização nunca tivesse acontecido, porque foi ao longo dela que de forma lenta e progressiva se construiu o galego–Português, língua que foi formada a partir de vários estratos apesar de ser oriunda do Latim Vulgar, conservou ainda alguns vocábulos das línguas dos povos Iberos dominados, estes vestígios linguísticos são os substratos.

Entrevistador -O que são os substratos e os superstratos que falou na pergunta anterior?

Língua Portuguesa – Os substratos são vestígios linguísticos que são provenientes de diferentes povos dominados como os Celtas, os Fenícios, Gregos e Iberos, como exemplos temos: (caminho, barca, banho e cama). Já os superstratos são a fixação da Língua Portuguesa, de vestígios linguísticos dos povos que invadem a Península Ibérica, como exemplos temos: (aio, Afonso, Gondomar).

(CONTINUA...)

Rita Aires 10º A

Noémia Santos disse...


II (continuação)


Entrevistador – De onde vem então o léxico Português?

Língua Portuguesa – O léxico de uma língua é muito importante, pois é através dele que é possível acompanhar a história de uma comunidade. O léxico Português é de origem latina e formou-se a partir do romanço lusitano, logo como já tínhamos visto o Latim é a camada principal das palavras portuguesas.

Entrevistador – Quais foram os grandes períodos da Língua Portuguesa?

Língua Portuguesa – O primeiro período da Língua Portuguesa é o Português antigo que é o período em que se inicia os primeiros documentos escritos em “Língua Vulgar”, este período vai desde meados do século XII até ao século XV. Em XVI, Portugal faz avanços a todos os níveis, é neste período designado português Clássico que surgem as primeiras gramáticas. O Português Clássico vai do século XVI a XVIII. Nos séculos XV e XVIII, Portugal recebe muitas influências de outras línguas indo – europeias, até que no século XIX aparece o Português Contemporâneo que continuava a acrescentar vocábulos de outras línguas no Português e por fim a partir do século XX até aos dias de hoje há um forte enriquecimento do nosso léxico, só que desta vez com palavras maioritariamente Inglesas.

Entrevistador – Em vez de ser o que diz os seus olhos, vou perguntar, o que diz a sua língua?

Língua Portuguesa – A minha língua diz que gostava muito que todas as pessoas gostassem de ler, escrever, falar, em fim de me dar uso pois não quero ser esquecida, mas sim lembrada por ser uma das línguas mais viajadas (ou seja que tem origens de muitos sítios do mundo).

Entrevistador – Muito obrigado por esta entrevista Língua Portuguesa!

Língua Portuguesa – Eu é que agradeço.


Rita Aires 10º A

Noémia Santos disse...


III (chegado por correio eletrónico)

A Origem e o Desenvolvimento do Português

Nos meados do século XII nasci, a partir do latim, com o nome de Galego-português.

Eu conservei alguns vocábulos das línguas de povos iberos dominados e também alguns substratos que são provenientes de povos igualmente dominados, tais como os Celtas, os Fenícios, os Gregos e os Iberos.

Eu sou o desenvolvimento do latim levado pelos romanos, que invadiram Península Ibérica onde fizeram acontecer a romanização. A romanização na Península Ibérica foi um processo lento onde ocorreu a conquista de diversos povos com a transmissão da cultura romana.

Através do meu léxico é possível acompanhar a história de uma comunidade.

Com as novas relações comerciais e culturais e também com os descobrimentos os portugueses começaram a interagir com pessoas de outros povos e assim começaram a aparecer sinais da minha expansão, por exemplo na África, na Ásia e também na América do Sul.

Ao longo dos séculos XV a XVIII, Portugal começa a receber influências de outras línguas europeias: nos séculos XV a XVII as línguas que mais influenciaram foram o italiano e o castelhano, enquanto no século XVIII a língua que mais influenciou Portugal foi o francês.

Eu continuo a receber vocábulos de outras línguas até que nos séculos XX e XXI assisto ao enriquecimento do meu léxico através de palavras provenientes de várias línguas, mas a língua predominante ficou o inglês.

Laura Ramos

10º B

Anónimo disse...

Como nasceu a Língua Portuguesa
A língua a que chamo Português nasceu há muito tempo atrás na Península Ibérica, especificamente numa terra que se viria a chamar Portugal.
A Península Ibérica era uma terra extremamente rica em metais o que começou a atrair povos colonizadores. Nos séculos II / III a.C. entrei no período do substrato onde tive vestígios linguísticos, de diferentes povos como os celtas que me deixaram palavras como (caminho, camisa, Minho) e entre outras. Os Fenícios ensinaram-me palavras como (barca, mapa, saco), os gregos, palavras como (banho, gramática, hino) e ainda tive influência dos ibéricos (cama, cavalo, manto).
Durante o século II o domínio do mediterrâneo esteve em disputa entre os romanos e os Cartaginenses que vinham à península recrutar homens fortes para a guerra. Os Romanos para impedir esse recrutamento militar vêm até à península Ibérica. Penso que os Romanos invadiram a península Ibérica no século III a.C. por volta de 146 a.C. a 409 d.C., por isso pelos meus cálculos os Romanos habitaram aqui durante mais 5 longos séculos. E foi assim que entrei na face de mais aprendizagem da minha vida a Romanização.
Os Romanos ensinaram -me o estrato mais importante e mais presente o latim mas não só também aprendi novas leis, novas técnicas, novas formas de organização de cidades, formas de construção civil ou seja a forma de como viver. Então passei a ser uma colónia de Itália pois tudo o que fazia era em latim, tal como eles. Passei a fazer parte das línguas românicas, tal como o francês, o castelhano, o catalão, o italiano e o Romano. A Romanização foi tão importante que não sei que língua falava antes disso. Pois as minhas origens são maioritariamente provenientes do latim. Sei que em todo há mais de 2000 monumentos Românicos. No século V dá-se a queda dos Romanos e as invasões germânicas.
E vivi mais um período da minha vida o superestrato que se dá ou vestígios dos povos depois da romanização. Do ano 409-472 tive a influência do povo germânico palavras como (sabão, roupa, luva). De 507 -711 tive os vestígios dos visigodos, relacionados com o tema da guerra (guerra, espada, elmo). Do ano 711-756 século VIII, vocabulário de influência árabe (arroz, alface, algodão).
Apesar de todos os povos que vieram depois da romanização nunca conseguiram mudar a civilização românica.
No século XII com todo o latim e as influências de outros povos na península comecei a falar o galego-português tal como em Espanha.
E é então que nasci oficialmente com a independência do condado portucalense. O português antigo, o período da minha história com os primeiros documentos escritos em “língua vulgar” vai até ao século XV.
No século XVI a XVIII a fase do português clássico com as primeiras gramáticas da língua. Portugal conhece um grande desenvolvimento em todas as áreas, como consequência dos descobrimentos. Palavras vindas de novos lugares como África, de Ásia e da América do Sul.
Ao longo dos séculos XV a XVIII recebo a influência de línguas vizinhas, como o italiano, o castelhano e o francês. Por fim a partir do século XIX o português contemporâneo continua a incorporar vocabulário de outras línguas. Com os avanços da tecnologia nos séculos XX e XXI o meu léxico enriqueceu através de palavras Inglesas.
Tive uma história muito longa e aprendi com muitas línguas para chegar ao que sou hoje A Língua Portuguesa.
M.Bernardes 10ºA

Anónimo disse...

Eu a Língua Portuguesa pertenco ao grupo das linguas românicas, tive vestígios linguísticos dos povos Celtas, gregos, fenícios, iberos que ajudaram com a formação da língua. Eu também tive influencia dos árabes que invadiram a Península Iberica no séc.VIII e que aplicaram algumas palavras como albufeira ,quintal,álcool, aldeia,xadrez,etc...
Mais tarde no séc XV a XVIII recebi influência de outras línguas, desta vez línguas europeias como o italiano,o castelhano e francês. Entre os séc. XVI a XVII houve um grande desenvolvimento na língua ,durante este período criaram-se as primeiras gramáticas.
Com a expansão portuguesa comessaram a haver sinais de palavras correspondentes como chocolate e amendoim da América do sul, bambu e canja da Ásia e ainda cordilheira e granizo de África.
Através do léxico é possivel acompanhar a história de uma comunidade. Como os descobrimentos e com as relações comerciais e culturais os portugueses entraram em contacto com as novas gentes, novas atividades, novas atividades, novas objetivos e novas línguas da África da Ásia e da América e recebendo novas palavras.

-Franciso Vitorino 10D

Noémia Santos disse...

Publicámos, entretanto, outros contributos.

Atenção, no texto do Bernardes e não só, surge a referência aos monumentos deixados pelos Romanos, a quw chamamos Monumentos Romanos. Não confundir com "românicos" que significa que têm um determinaddo estilo arquitetónico, em uso na Europa medieval.

Atenção também aos exemplos das várias influências... confirmar sempre num dicionário ou livro ou site de confiança.

Noémia Santos disse...

... a que (e não quw!!).

Anónimo disse...

Autobiografia da Língua Portuguesa (escrito por: José Oliveira nº14 10A)

Eu sou em primeiro lugar de Portugal e de todos os que foram influenciados pelos nossos exploradores, sou o Português, a Língua Portuguesa, não preciso de dizer a minha idade, pois é incerta e não quero que pensem que sou só uma velhinha que se vem para aqui queixar dos velhos tempos.
Mesmo antes de nascer já várias pequenas e algumas grandes línguas circulavam pela Península Ibérica criadas ou trazidas por vários povos, até mesmo na pré-história, e foram continuando a aparecer devido ao grande fluxo de seres humanos nesta península.Mas houve povos com maiores influências como os Celtas que eram mais avançados, pois já utilizavam ferro, enquanto na Península Ibérica ainda só se usava o cobre.
Apesar dos Celtas terem tido grande influência no fim do século III a.C chegaram Romanos que tomaram conta de todo o território da Península Ibérica. Isto levou à romanização, que é o desenvolvimento ,causado pelos romanos, em todas as áreas, tais como a arquitetura, com a construção de pontes e estradas, nas leis, que foram impostas a todos os habitantes nestes territórios, e na agricultura, com novas técnicas que levavam ao aumento da produção, isto levou à necessidade da utilização da sua língua, o Latim, que para além de tornar o trabalho e comércio mais práticos era também desejo dos Romanos que o Latim fosse a língua falada nos seus territórios, para afirmarem a sua superioridade.
O Latim tornou-se o meu estrato principal, tal como foi o do Francês, Italiano e Castelhano, entre outras, pois foi a língua que foi modificada para criar a maioria das minhas palavras e destas outras línguas, logo foi a que teve mais influência em nós, e por essa razão somos chamadas línguas românicas.Mas a influência de línguas anteriores, como o Celta, com palavras como caminho e camisa, e o Grego, com palavras como banho e hino, não desapareceram de mim, estas tornaram-se os meus substratos, pois influenciaram me antes da minha criação mas não foram tão importantes como o Latim.
Nos séculos V d.C os romanos perderam vários territórios, incluindo a Península Ibérica, e várias Invasões que se seguiram influenciaram o meu eu mais novo e antigo que tinha acabado de ser fixado nalguns territórios da Península Ibérica, sendo as línguas influenciadoras, por exemplo, o Árabe, que troce palavras incluindo açorda, açúcar e alface, tornando-se assim meus super-estratos, porque foram línguas que me influenciaram depois de eu ser criada.
No século XII d.C surge o galego-português, que é como a minha infância, uma das minhas fazes de evolução mais prematuras, esta era falada em Portugal, na Galiza e em Espanha, mais tarde este eu dividir-se-ia em duas vertentes o Português e o Galego.
Com um grande desenvolvimento geral de Portugal, eu também evolui para aquilo que é chamado Português Clássico no século XVI d.C, e também recebi grande influência das línguas europeias até XVIII d.C.
O Português Contemporâneo, que é como me chamam até aos dias de hoje, é uma evolução devida á incorporação de vocabulário de outras línguas, começando no Século XIX d.C, e também nos séculos XX e XXI fui modificada pelo grande desenvolvimento da tecnologia, continuando a incorporar palavras ovas de outras línguas, mas o meu nome manteve-se.
Por isso penso que, com esta grande evolução que o mundo está a passar e que se está sempre a modificar, eu também vou ter de mudar com o tempo, mas espero continuar a ser o Português, a ser uma língua única.

Unknown disse...

A minha evolução
Sou a língua portuguesa, nasci há muito séculos atrás, pertenço ao grupo das línguas indo-europeias, a origem vem do latim falado pelo povo.
No séculos III, os Romanos chegaram à península Ibérica e o povo que aqui habitava tinha de falar a sua língua e a sua cultura,mas não foi só os Romanos que aqui estiveram os Celtas,Gregos Iberos e entre outros, tive uma grande evolução graças a estes povos.Depois germânicos instalaram-se com a temática militar.
A língua falada em português em meados do século XII,é o galego português,eu ainda não existia,no século XIX Portugal teve um grande desenvolvimento a todos os níveis, a fase do designado português clássico, abrange os séculos XVI-XVII,no século XIX continuo a incorporar vocábulos de outras línguas,e nos dias de hoje ainda tenho um grande enriquecimento do léxico através de palavras provenientes de muitas línguas.
Graças alguns povos sou uma língua maravilhosa, levei muito tempo a chegar a esta evolução, mas hoje vejo que valeu a pena.

Matilde Luís
10°D

Anónimo disse...

Aluno:K.Santos/Turma 10ºD

-Ola, boa tarde
-Ola,boa tarde.
-Podemos iniciar a entrevista?
-Claro o que você quer saber?
-Bem vou fazer as perguntas de uma vez,algum problema?
-Nenhum, pode falar.
1ºPergunta:Quando nasceu a lingua Portuguesa?
2ºPergunta:Como tem tanto vocabulario?
3ºPergunta:De onde veio a lingua Portuguesa?
4ºPergunta:Para onde o Portugues se alastrou?
-São essas as minhas perguntas consegue responder?
-sim consigo

Com a criaçao do reino de Portugal em 1139 e a expansão para o sul na sequencia da reconquista, deu-se a difisão da lingua pelas terras conquistadas e mais tarde, com as
descobertas Portuguesas, para o Brasil, Africa e outras partes do mundo.O Portugues foi usado, naquela época, não somente nas cidades conquistadas e mais tarde, partes do mundo.
O portugues foi usado, naquela época,não somente nas cidades conquistadas pelos portugueses,mas também por muitos governantes locais nos seus contatos com outros estrangeiros
poderosos. Especialmente nessa altura a lingua portuguesa também influenciou varias linguas.
Durante a Era dos Descobrimentos, marinheiros portugueses levaram o seu idioma para lugares distantes . a exploraçao foi seguida por tentativas
de colonizar novas terras para o Imperio Portugues e como resultado, o português dispersou-se pelo mundo. Brasil e Portugal são os dois únicos países cuja língua
primaria é o português
É lingua oficial em antigas colônias portuguesas, nomeadamente Moçambique,Angola ,Cabo verde, Guiné Equatorial ,Guiné-Bissau e São tomé, todas na Africa. Alem, disso ,por razões
historicas,falantes de português, ou de crioulos portugueses, são encontrados tambem em Macau,Timor-Leste, em Damão e Diu e no estado de Gea(India),Malaca (Malásia)em Baticaloa no (Sri Lanka)

O Português teve origem no que é hoje a Galiza e o norte de Portugal, derivada do Latim vulgar que foi introduzido no oeste Pêninsula Iberica há cerca de dois mil anos .tem um substrato celtico
lusitano,resultando da lingua nativa dos povos ibericos pré-romanos que habitavam a parte ocidental da Peninsula Iberica e desemvolveu-se na sua faixa ocidental,incluindo sua parte da antiga Lusitânia e da Bética
romana.Oromance Galaico-portugues nasce do latim falado, trazido pelos soldados romanos, colonos e magistrados. O contato com o latim
vulgar fez com que, após um perido de bilinguismo,as linguas locais desaparecessem, levando ao aparecimento de novos dialetos.Assume-se que as lingua iniciou o seu
processo de diferentes linguas nativas locais cpm latim vulgar, o que levou ao possivel desenvolvimento de diversos traços individuasis ainda no periodo romano.

Eu acho que a lingua Portuguesa é uma mistura de varios idiomas,como se fosse um cozinheiro a colocar os temperos que são o latim e outros idiomas, para fazer o prato
principal que é a Lingua Portuguesa.

-Bem, respondi suas perguntas.
-Nossa muito obrigado por responder as perguntas e ter participado dessa entrevista.
-Adeus.
-Adeus.

Noémia Santos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Noémia Santos disse...

Obrigada aos alunos que entretanto submeteram os seus trabalhos, ainda que após 6ª feira, como acertado.


A maioria corresponde ao pedido. Todavia, vou pedir aos seguintes alunos que refaçam os trabalhos:
F. Vitorino - 10º D e M. Luís - 10º D, pelas seguintes razões:

1 - Texto da M. Luís, 11 outubro

A frase seguinte NÃO tem informação correta:
«A língua falada em português em meados do século XII,é o galego português,eu ainda não existia»
A LÍNGUA PORTUGUESA JÁ EXISTIA. Por isso é que se chama a esse primeiro período da língua «GALEGO-PORTUGUÊS».

Ainda - Refazer todo o parágrafo seguinte, porque está tudo misturado, confuso, começa no século XIX, passa para o Português clássico, etc.
REFAZER:
«no século XIX Portugal teve um grande desenvolvimento a todos os níveis, a fase do designado português clássico, abrange os séculos XVI-XVII,no século XIX continuo a incorporar vocábulos de outras línguas,e nos dias de hoje ainda tenho um grande enriquecimento do léxico através de palavras provenientes de muitas línguas.»

(Continua)

Noémia Santos disse...

Texto de F. Vitorino

A informação do teu texto, ainda que interessante e correta,no essencial, deve ser fortalecida/ampliada. Falta explicar, relacionar e, sobretudo, incluir os conceitos-chave, ou seja, chamar as coisas pelos nomes, por ex:substrato; romanização; superstrato.

Atenção à ortografia: «influência»; «começaram».

Anónimo disse...

Entrevista à língua portuguesa

Entrevistador- Olá, boa tarde estamos aqui com a iniciativa de informar as pessoas sobre a história da Língua Portuguesa e não há ninguém melhor a responder do que a próprio Língua Portuguesa.

Língua Portuguesa-Boa Tarde teria todo o gosto em responder a qualquer pergunta.

Entrevistador que é que a seu ver é a romanização?

Língua Portuguesa-Romanização é um conceito que indica propagação da cultura romana pelos as populações anexadas durante o seu período de expansão de império romano que se deu no séc. IXX.

Entrevistador-Ok…e que língua era falada nessa altura presumo que sejam românicas

Língua Portuguesa- Sim de facto eram românicas, tais como, portuguesa, espanhol, galego, catalão, francês, italiano, romeno e essas todos tem origem do Latim.

Entrevistador que é que é o Galego Português?

Língua Portuguesa- O Galego Português era uma língua falado em Portugal e na Galiza.

Entrevistador-Qual for a sua origem?

Língua Portuguesa- A minha origem provem de o latim com influência árabe e sou uma língua própria e independente apesar da influência do galego.

Entrevistador-Muito bem e o que são sob estratos?

Língua Portuguesa- Sob estrato é uma língua falada em uma determinada região que é semelhante a outro, imposta por um conquistador.

Entrevistador- Já que referiu o significado de sob estrato o que é superestrato?

Língua Portuguesa- São factos que caracterizam uma língua falada em um determinado território deixando traços importantes já existentes.

Entrevistador- Qual é o seu estrato principal?

Língua Portuguesa- O Latim

Entrevistador-Muito Obrigado por ter respondido a todas as questões propostas.

Língua Portuguesa- Ora esse obrigado eu fico contente por ter acrescentado um pouco de cultura a todos que se interessam por esse assumto
Duarte.R Duarte.M 10°A