Quando era pequeno, na escola primária, não tinha vergonha nem pensava antes de agir, e costumava fazer músicas um pouco parvas e cantá-las à turma nas aulas extra curriculares de música.


Ainda hoje sinto vergonha; decidi que nunca mais compunha nada; agora já não faço algo tão precipitado sem pensar; e nunca mais canto para turmas, muito menos canções de amor.
