terça-feira, 11 de abril de 2017

Português, 11º - Projeto de Leitura

De acordo com o vosso pedido, seguem algumas sugestões de livros fora da lista
 (os que nos 1º e 2º períodos já apresentaram 1 ou 2 livros da 'lista', podem agora variar...)


Críticas de imprensa
"Zusak não só cria uma história original e enfeitiçante, como escreve com poesia… Uma narrativa extraordinária."
School Library Journal

"Uma narrativa absorvente e marcante."
Washington Post

"Brilhante… É um daqueles livros que podem mudar a nossa vida…"
New York Times

"Elegante, filosófico e comovente… Belo e importante."
Kirkus Reviews

"Inquietante, desafiante, triunfante e trágico… Um livro de grande fôlego, escrito de forma soberba… É impossível parar de o ler."
Guardian


Críticas de imprensa
«Uma história dos tempos modernos que é a própria perfeição. O mais eficaz dos libelos contra o nazismo alguma vez surgido numa obra de ficção.»
The New York Times Book Review

«Desconhecido Nesta Morada serve não apenas para que não se esqueçam os horrores nazis, mas também como um aviso face à actual intolerância racial, étnica e nacionalista.»
Publishers Weekly
Crítica
"Numa escrita inexcedivelmente sóbria e transparente, e através de breves episódios, este romance conduz-nos em crescendo de emoção desde a primeira infância rural de uma judia na Alemanha, pelos finais da Primeira Grande Guerra Mundial, até ao avolumar de crises (inflação, desemprego, assassínio de Rathenau, aumento da influência e vitória dos Nazistas) que por fim a obrigam ao exílio mesmo na eminência de um destino trágico num campo de concentração. Há uma felicíssima imagem simbólica de tudo, que é a do lento avançar de uma trovoada que acaba por estar "mesmo em cima de nós (...) Um romance de características únicas na leitura portuguesa - e emocionalmente certeiro". ". 
 Óscar Lopes

 
1984 oferece hoje uma descrição quase realista do vastíssimo sistema de fiscalização em que passaram a assentar as democracias capitalistas. A electrónica permite, pela primeira vez na história da humanidade, reunir nos mesmos instrumentos e nos mesmos gestos o trabalho e a fiscalização exercida sobre o trabalhador. 
O Big Brother já não é uma figura de estilo - converteu-se numa vulgaridade quotidiana.
Fernão de Magalhães é famoso em todo o mundo. A sua vida dava para um livro. E para uma viagem. (...) De Lisboa às Filipinas, da Micronésia à Patagónia, de África a Insulíndia, Gonçalo Cadilhe construiu uma biografia itinerante do primeiro europeu a chegar ao pacífico e reconstruiu a viagem realizada há 500 anos, a primeira a volta do globo.
Nos Passos de Magalhães é a história de lugares mágicos contada pelos olhos de um viajante moderno. Ao mesmo tempo que nos guia pela Lisboa dos Descobrimentos, pelas ruas de Sevilha, pelas fortalezas no Índico ou pelas tribos da Patagónia, Gonçalo Cadilhe reinventa a viagem de um homem que conquistou o seu lugar no mundo. E provoca no leitor o desejo de partir.
A Casa do Pó tem como pano de fundo um drama ocorrido em Portugal no séc. XVI protagonizado por membros da mais alta nobreza das cortes de D. Manuel I e D. João III.
A acção estende-se por Portugal, Espanha e toda a bacia mediterrânica dominada por Venezianos e Turcos, até à Palestina e nela se sucedem episódios cheios de lirismo, de crueldade e de aventura.
Um humor delicado e uma boa dose de "suspense" à maneira dos bons policiais são outras marcas do texto. Mas o autor, ele mesmo o escreve em nota final, não pretendeu apenas fazer uma mera "incursão pelo chamado romance histórico. O que aí está são velhos problemas da humanidade que, vindos de há séculos, ainda hoje persistem nos mesmos cenários e saltam para outros mais alargados e vastos."
A liberdade, muitas vezes, acaba por sobreviver graças a espaços tão apertados quanto o lava-loiças de um fotógrafo. Esta é a história, baseada num episódio real (passado com os avós do autor), de um pintor eslovaco que nasceu no final do século XIX, no império Austro- Húngaro, que emigrou para os EUA e voltou a Bratislava e que, por causa do nazismo, teve de fugir para debaixo de um lava-loiças.A liberdade, muitas vezes, acaba por sobreviver graças a espaços tão apertados quanto o lava-loiças de um fotógrafo.
  
Aparição, de Vergílio Ferreira, é uma das obras mais emblemáticas do romance português do século XX - e um momento decisivo no percurso literário e filosófico do autor, personificado, de alguma maneira, pelo encontro entre Alberto e Cristina, dois personagens: «o milagre de uma aparição», «súbita aparição, foste surpresa em tudo para todos». Em Aparição, o que está em jogo é o destino e a insatisfação diante do visível, ou seja, toda a nossa condição humana. Um romance inesquecível que atravessa o tempo e fixa as inquietações que nunca cessam.

«Une [estes contos] (...) um sub-texto que se alimenta da relação dos personagens com o seu meio, seja ele marcado pela natureza (como no caso de “A Criada do Padre”, o conto que abre a colectânea) ou pelas convenções sociais que, de um modo algo perverso, têm tanta influência na determinação da vida quotidiana desses personagens como o facto de viverem no campo, ou no litoral, ou no sopé de um vulcão.»
Sara Figueiredo Costa, Time Out
«Carlos Fuentes nunca deixou de se preocupar com a identidade mexicana e a forma de a expressar.»
DN
«O seu trabalho é de grande importância para percebermos o porquê de estarmos no mundo.»
Nadine Gordimer (escritora)






Franz Kafka é um dos mais carismáticos autores do século XX. O corpo das suas obras - na sua maioria, publicadas postumamente - destaca-se entre as mais influentes da literatura deste século. Os seus temas por excelência centram-se em torno do absurdo, da alienação, da obsessão e da culpa que geram nas suas personagens um sentimento de estranhamento. As suas obras definem uma boa parte do que ainda hoje se considera como «literatura moderna» e é considerado um precursor do realismo mágico. A Metamorfose (1912) narra o estranho caso de um caixeiro-viajante que uma manhã acorda transformado num monstruoso insecto.








Mas não é publicidade enganosa?
Vamos ser realistas. Sempre houve astrólogos e sempre vai haver. As pessoas acham piada. Se uma pessoa tiver uma namorada e quiser descobrir umas afinidades que não descobre de outra maneira, a astrologia é imensamente útil. Melhora a vida sentimental. Torna aquilo picante.
 Carlos Fiolhais


 
Boas Leituras!

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